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suicide

Um ensaio sensual repleto de singela brutalidade feminina.

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(*) Via Usuário Compulsivo

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 Genéricos        Ivo Neuman        14 pedradas

 ALHO

 MULHER ALHO

Um doce pra quem fizer a melhor rima.

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(*) Dica do saudoso Leandro Motoboy, no e-mail da FARO

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 Baixaria        Lucas Lima        4 pedradas

Um ponto em comum em festas residenciais com o intuito de embebedar-se é que além da típica cerveja, ela é regada a uma versão genérica daquela bebida de vodka com suco limão. Não irei citar o nome, pois ela não é feita com Absolut e nem misturada por gêmeas suecas, mas acho que você já sabe qual é.

Eu, perito em preparar bebidas economicamente viáveis, em uma de minhas pesquisas de como aprimorar o sabor das minhas “batidas” e esconder o sabor do álcool, caí em um post do literalmente grande Caio que tratava desse tipo de bebida e encontrei um arquivo que pode ser muito útil para a elevação do nível da sua Gambiarra.

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Aposto que vai gerar um buzz em torno da sua bebida.

Para baixar o arquivo em uma resolução melhor, clique no link abaixo:

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(*) Não deixe de conferir os especiais etílicos do TRETA

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Quando recebi a notícia de que enfim alguém havia tido a perspicácia de escrever um livro inteiro dedicado ao fenômeno popular da música eletrônica no Brasil, senti os pelos da perna roçarem na calça, numa sensação que possivelmente se reproduziu inúmeras vezes diante do jornalista Thomás Chiaverini nos últimos meses.

Durante as pesquisas e investigações que se transformaram no livro “Festa Infinita” (2009, Ediouro, 304 páginas), o jovem autor mergulhou de cabeça num universo que até então lhe parecia absolutamente tosco, provavelmente irrelevante e fatalmente carnavalizado pelo entusiasmo de seus adeptos – jovens elitizados cuja principal fonte de entretenimento é o consumo de substâncias entorpecentes. Partindo desse prisma relativamente alheio ao universo que envolve as festas rave por todo o mundo, Chiaverini começa a desvendar o comportamento de boa parcela dos jovens contemporâneos, tratando de registrar em seu intrépido bloquinho de anotações as impressões instantaneamente trazidas a cada passo adiante em sua jornada psicodélica.

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Ao contrário do que poderia esperar a ala conservadora do “movimento” retratado no livro, os fatos e histórias narradas entre dados relevantes sobre a cena trance permitem ao leitor compreender a mais importante questão sobre o assunto: assim como ocorre em qualquer segmento cultural, comportamental, religioso ou filosófico, não é possível pretender generalizar a conduta e o estilo de vida de todos os seus membros sem se incorrer na mais pura distorção da realidade. Cada pessoa é única em sua essência e ainda que reproduza comportamentos de seus pares e opiniões apregoadas no senso comum, segue sendo exclusivamente singular em sua história, sentimentos e proposta existencial.

Mesmo o consumo deliberado e desenfreado de todos os tipos de drogas, lícitas e ilícitas, que me parece ser o ponto mais polêmico de todo o debate, não pode ser encarado como uma simples estatística temerária à Saúde Pública. Conforme o próprio autor pôde descobrir no contato com as raves e seus frequentadores, a postura contrária às proibições e regras que regem o convívio social exige de seus participantes que mantenham uma virtuosa conduta de respeito e solidariedade para com os demais humanos e seu meio ambiente. Seria uma espécie de rebeldia transversa compensacional, digamos assim.

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Obviamente, nem todos os evangélicos do culto rogam a deus com o mesmo ardor. Alguns estão ali só para aliviar as tensões de uma vida medíocre, e além disto sempre tem um pastor de sacolinha em riste para recolher a contrapartida pecuniária do pedacinho do Reino oferecido aos fiéis. E nem por isso, a mão divina deixa de operar milagres.

Entre meus amigos e conhecidos, o contato com as substâncias psicotrópicas coinscidiu cronologicamente com a fase de amadurecimento que vem na segunda metade da adolescência – e que para alguns pode durar a vida inteira. Graças às circunstâncias globais e às suas particulares condições sociais, essa galera pôde e pode usufruir de eventos cada vez mais destinados a promover a plena comunhão de toda forma de prazer ilícita e promíscua, na mais completa ignorância das leis físicas, biológicas e jurídicas.

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Para alguém que se viu retratado em cada página do “Festa Infinita”, afirmo desinibidamente que estar na vanguarda do hedonismo contemporâneo é uma condição restrita somente àqueles que conseguem ver algum sentido em tamanho egoísmo. A química, assim como a música e os demais elementos exógenos são meros acessórios dedicados a nos fazer penetrar no próprio umbigo e extrair dali as respostas mais esclarecedoras àqueles profundos receios existenciais que invariavelmente nos angustiam ao nos depararmos com uma sociedade repleta de ganância, ódio e frustração.

O mundo está do jeito que está graças à partícula única e indissolúvel que compõe cada peça e grupamento da coletividade: o indivíduo. Estamos errados a maior parte do tempo, e ocupados demais para percebermos e corrigirmos nosso próprio comportamento. Ao contrário, por puro reflexo condicionado, nos dedicamos a nos incomodar e a denunciar (em vão) os atos alheios a que nos opomos. Só falta percebermos enfim que, tanto agora quanto ao longo de toda a história da civilização, a única revolução que se mostra plenamente viável é a individual.

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E por mais que você não queira, todos somos um.

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(*) Imagens de Bruno Mooca

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 Genéricos        Ivo Neuman        3 pedradas

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Viva a democracia!

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(*) Rasura Livre já!

Acredite, você não está sozinho:

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(*) Via Gordo Nerd, em maíscula só pra desagradar

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gripesuina

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(*) Piadinha nada a ver

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Instinto maternal ou mamilo-afetividade?

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(*) Uma das 37 imagens de hoje do Chongas

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 TV Treta        Ivo Neuman        10 pedradas

Modinha, movimento, cultura, cena ou onda passageira, não importa: as festas de música eletrônica seguem se multiplicando por todo o território nacional e atraindo um número cada vez maior de adeptos. Por sua vez, o assunto vem sendo tratado em reportagens jornalísticas, programas de TV, livros e até mesmo em revistas de fofocas de celebridades, sempre envolto a polêmicas. O resultado dessa massificação é um choque cultural sem precedentes na história do entretenimento envolvendo xiitas, sunitas, doidões, fanfarrões, bêbados ridículos, viciados, caretas, blogueiros, virgens, evagélicos e mais todo o tipo de gente, dos mais distintos valores e procedências, que se aglomeram durante algumas horas ininterruptas ante às caixas de som e sob o efeito de drogas e/ou hormônios sexuais em fúria hedonista. Só podia dar merda.

Feita esta introdução enorme, vamos direto ao difamado trecho do programa 15 Minutos da MTV, sobre raves e música eletrônica:

UPDATE:
Enquanto a gente procura uma forma de embutir o vídeo (que foi banido), assista-o AQUI.

Botafogo é o melhor!

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(*) Direto das famosas raves capixabas

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