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jan
12

Tem gente que faz Video Mapping. E tem gente que faz isso:

Marlboro strikes again.

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Alguém suspirou primeiro no Facebook, perdi a fonte.

Dois grandes hits, um único mashup. Sim, alguém foi lá e fez:

E olha que o Bruno Medina deve estar contente agora. Só que ao contrário.

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O Coca Gelada saiu primeiro da pista, no Facebook.

jan
4

O DJ dos Racionais MCs resolveu falar algumas verdades na época da celebração dos 500 anos de descobrimento do Brasil e…

BURROOOOOOO!

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A Ana Paula xingou primeiro lá no Facebook.

jan
3

Enquanto isso, em algum país do oriente…

iympgh

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9gag strikes again.

jan
3
 TV Treta        Rafael R        1 pedrada

Existe quem goste de celebrar qualquer ano novo. Existe quem ache isso coisa de babacas.

Quem terá a razão?

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Ivo Neuman gosta de festa, independente do motivo.

jan
2
 TV Treta        Rafael R        1 pedrada

Enquanto isso, no Jornal Hoje…


 

Há indícios que me levam a crer que eles fazem isso apenas para “bombar na internet”.

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A Carol riu primeiro no Facebook.

transeimuito

2011 foi um ano complexo em todas as esferas para os que possuem um login neste blog. Foram as mais variadas mudanças em todos os aspectos de nossas vidas e foi, sem dúvidas, o ano mais desafiador para a maioria de nós. Mudanças, pessoas e situações novas e diferenciadas fizeram parte de nossas vidas durante todos os 12 meses desse ano, que demorou, mas finalmente vem chegando ao fim. Com ele, uma nova lição e uma grande certeza.

Eu não devo entrar, nesse momento, em maiores detalhes sobre o que, quando e como mudou, mas todos os membros dessa charmosa equipe concordariam num ponto: 2011 foi o ano das batalhas. É possível que estivemos vivendo batalhas das mais complicadas de todas as nossas vidas. E foi nesse mesmo ano que descobrimos, cada um ao seu momento, que essas batalhas despertaram em nós forças que possivelmente desconhecíamos. Foi incrível!

Rave Mortal Kombat

Talvez tenham faltado oportunidades nesse ano para celebrar algumas das vitórias importantes que tivemos, porém parte dessas batalhas se arrastará com a virada do ano e uma certeza que eu tenho é que em 2012 nós criaremos todas as oportunidades que faltaram no decorrer deste ano.

E claro, vocês – leitores, blogueiros, comparsas e suspeitos habituais – foram parte integrante de tudo isso. Não poderíamos fechar o ano sem desejar do fundo de nossos corações que 2012 seja o ano das suas vidas, onde as maiores vitórias sejam alcançadas e as melhores celebrações sejam parte da rotina. É importante demais saber como vencer e também quando celebrar, para que tudo tenha o seu devido valor e gere as melhores lembranças de determinados períodos de suas histórias.

Que em 2012 possamos estar juntos novamente, cada um realizando o seu papel e também, porque não, surpreendendo os envolvidos com novidades e descobertas. Cada passo dado para a frente te leva para um lugar novo, diferente e que merece atenção total. Que tenhamos todos inteligência para dar passos certos e que nossos caminhos estejam ligados de alguma forma.

E se você ficou com uma sensação ruim sobre o ano que passou, pense da seguinte forma: julgar ter sido bom ou ruim vai depender exclusivamente da forma como você o encarar. Todas as situações nos permitem enxergar da perspectiva que queremos, pode ser uma lição importante, mas dura. Pode ser algo ruim, somente. Eu prefiro estar no primeiro grupo, aprendendo e dando valor a tudo de bom – ou de ruim, quem sabe? – que a vida me traz. E sabendo aproveitar os melhores momentos, esse é o segredo de tudo.

Feliz natal e um próspero ano novo a todos vocês! São os votos da família TRETA para a família brasileira desvirtuada que lê isto daqui.

dez
23

Às vezes a gente não se dá conta de que tempos atrás não tínhamos à disposição o que temos hoje. Às vezes nos frustramos por tudo isso que nos cerca eventualmente vir a falhar ou funcionar com restrições. Melhor assistir esse vídeo e refletir um pouco:

Já aconteceu com você, vai…

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Foi o Vinicius Kmax que reclamou primeiro, no Twitter.

dez
14

Você pode achar que sabe o que virá, mas nada vai te preparar pra isso.

Próximo desafio: Encontrar uma imitação do Silvio Santos fazendo um standup comedy engraçado.

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Tava rolando no Facebook do Kinhu, morô?

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No último sábado, aconteceu mais uma edição da XXXperience, um dos maiores festivais do Brasil ao lado da Kaballah – ambos, inclusive, mudaram seu “posicionamento” e “segmentação”, já que eram as maiores raves do país. Contudo, foi no domingo e principalmente na segunda-feira que uma “rebelião social” tomou forma e invadiu as redes sociais através dos canais oficiais dos eventos. Por sorte, eu estava lá e acompanhei quase que em tempo real.

Tudo começou quando alguns "jovens bronzeados" resolveram reclamar de suas experiências ruins, algo que poderia (e deveria) ser normal. Infelizmente, faltou inteligência na escolha das palavras e sobrou frustração devido aos inúmeros incidentes ocorridos, trazendo a tona todo e qualquer tipo de ofensa e injustiça que eu jamais tinha visto nas redes sociais. Veja bem, se você quer reclamar de alguma coisa que te frustrou, você vai e fala sobre aquilo. Após isso, ouve a justificativa e, se ficar tudo certo, segue sua vida adiante. Se não ficar, argumenta novamente e espera. Esse é o caminho.

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O que eu vi em tempo real foram pessoas criando tópicos de forma enfurecida e reclamando de tudo. O que o pessoal da XXXperience fez? Deletou e tirou o direito de qualquer um de reclamar de forma truculenta, se reservando ao direito de ouvir apenas críticas "justas" e ainda se propondo a respondê-las, quando surgissem. No auge da ironia, rolou até um "Podem reclamar do que for, exerçam seu direito a liberdade". Mesmo vindo segundos antes do "Não vamos responder mais nada e vamos excluir reclamações e ofensas", isso por si só soou mal.

Primeiro tenho que dar as pedradas: não acho que seja justo o que fizeram com o festival, até porque todas as explicações necessárias seriam dadas no momento oportuno. A distribuição gratuita de ofensas foi bizarra e sem sentido. Ponto. Do outro lado, a organização jamais poderia censurar qualquer reclamação que fosse sem antes considerar seriamente emitir um comunicado oficial, angariando os argumentos – mesmo os inválidos – e trazendo respostas as dúvidas pertinentes. Faltou um pouco de agilidade para conter e gerenciar essa crise.

A Kaballah, que até então nada tinha a ver com a rebeldia alheia, acabou tendo respingos de ódio ao declarar apoio à organização da XXXperience. Mas por lá as coisas foram de menor expressão e contidas pelos próprios simpatizantes da festa, o que foi bem curioso também. Após três tentativas de mostrar que não tinham nada em comum com a organização da XXX, a paz reinou por lá.

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Enfim, dentro de todos os equívocos o que faltou foi bom senso por parte de quem pagou o ingresso, acho. Houve alguns incidentes e estes sim precisam ser investigados, mas reclamar de algumas coisas da forma como fizeram vai trazer um único resultado: cessar as inovações das festas.

Existe um preço a ser pago por quem se propõe a fazer um festival dessas proporções, manter um lineup quite com os maiores festivais do mundo é caro. Não é justo pagar um pouco mais na água em troca de ter 3 ou 4 lives que você dificilmente veria no país? Não vale a pena esperar muita organização mas procurar entender que eventos desse porte trazem junto consigo inúmeros imprevistos e pequenos incidentes?

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Reclamar faz parte da frustração, é claro. Mas é preciso antes de um pouco de bom senso. Ninguém está fazendo um favor a você, organizando algo dessas proporções. Existem custos, existem contas que precisarão ser pagas e você, como parte do processo, também precisa se contentar em fazer a sua parte. E os festivais precisam se preparar um pouco mais para atender seu público, desde o momento em que criam um perfil numa rede social até o momento em que vem a avalanche de frustrações, que eventualmente podem surgir, além de tentar a todo custo manter pessoal qualificado para atender o público durante o evento.

É isso ou curtir festinhas no sítio, com seus amigos e um belo conjunto de som, trocando CDs de sets a noite inteira, enquanto organizadores buscam empregos alternativos e levam suas criações de volta para a caixa de grandes idéias. Qual você prefere?