* Originalmente publicado por Wagner Martins.

 

O jornalismo está agonizando, mas o jornalismo carnavalesco já morreu. Já se foi o tempo onde o repórter estava lá para cair dentro da zoeira. Seguem algumas boas memórias de uma época que o diretor da emissora tirava folga e virava tudo várzea.

Tony de Marco, artista convidado.

 


 

Os desbravadores

Os Cassetas despontaram para o sucesso nessa cobertura de Carnaval. Graças a ela, mostraram que o seu comprometimento com o humor funcionava mesmo durante o feriado, convencendo o Boni a dar um espaço na grade só para eles.

 


 

Não reclamem do Dória

Poderia ter sido o Russomano, também conhecido como bolinador de passistas.

 


 

UMA HOORAN!

Nos anos 90, a única maneira de ver um travesti na TV era durante a cobertura do Gala Gay. Nesse trecho gravado no tape de vermelho do Scala, Monique Evans traz à tona a realidade nua e crua do transexualismo carioca.

 


 

Antes de virar meme

Nana Gouvêa, nua e pelada em plena Sapucaí. O único momento do ano em que ela diz não ser uma mulher séria.

 


 

Sempre há um começo

Antes de iniciar a sua carreira de headhunter de doentes mentais, o Emílio do Pânico cobria uns carnavais para ganhar a vida. E, aparentemente, gostava muito.

 


 

Presença VIP

Quando a Rainha dos baixinhos ganhava um por fora para rebolar nos bailes mais famosos do país. Nada tão controverso quanto uma cena de sexo com menores, mas fica o registro pra posteridade.

 


 

Obrigado por abrir este email

Se em plena semana de Carnaval você se prestou a ver estes vídeos, já valeu todo o trabalho de ter compilado. Até semana que vem e bons festejos!

 


Foto: acervo pessoal. A César o que é do C.E.S.A.R. (sdds de Recife)

 

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