Muitos consideram o pixo uma refinada modalidade de literatura de parede, que por muitas vezes pode ser sensata ou até mesmo burocrática.

Este site TRETA.COM.BR, inclusive, sempre teve uma posição muito clara sobre o assunto.

Mas ocorre que o tema foi novamente trazido à pauta devido à polêmica reacendida pelo recém-empossado prefeito de São Paulo, o empresário tucano João Dória, com suas apresentações populistas e medidas higienistas para a cidade. Dentre elas, muitos litros de tinta cinza para os artistas paulistanos se reinventarem…

Para refletir mais sobre o tema e buscar um incremento de empatia neste 2017 que se inicia turbulento, trago algumas obras fundamentais: primeiramente FORA TEMER, claro, o documentário clássico “PIXO”, de João Wainer e Roberto T. Oliveira, que você pode assistir na íntegra através do Vimeo.

Na sequência, outros vídeos disponíveis no YouTube que considero interessantes (APESAR DE NÃO PARECER O VÍDEO ESTÁ ONLINE):

 

E pra fechar nossa jornada filosófica, indico o episódio “Isto é Arte?” do podcast do site B9, debatendo a diferença entre ser arte ou só dizer que é arte:

 

Contra o eventual brilhante argumento “então leva o pixador pra casa” já aviso que aqui é tudo pixado, graças a Deus.

E faço a exceção necessária quanto à pixar a natureza.

E neonazistas.