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Ao longo das postagens no blog, percebi que os artigos que inspiram os melhores comentários são justamente aqueles que polemizam ao ponto de fazerem surgir argumentos antagônicos ao debate. Expressamos nossa opinião, quando tanto, e deixamos o palco livre para os leitores soltarem suas pedradas e pitacos sobre o assunto, quase sempre complementando a leitura.

Desta vez, para testar a sagacidade dos nossos comentaristas, vamos propor um debate sobre os aspectos morais da lei. Na verdade, esta história é uma ilustração das mais singelas de toda a problemática que envolve a filosofia do Direito, tanto que costuma ser apresentada no primeiro dia do curso (como foi o meu caso). Não é necessário nenhum conhecimento jurídico para refletir e chegar a algumas conclusões acerca do problema proposto.

“O caso dos exploradores de cavernas” é um livro de Lon Fuller que fala de um grupo de exploradores que se vê preso dentro de uma caverna e através de uma fresta conseguem contato com o mundo exterior, onde uma equipe de resgate os avisa de que provavelmente morrerão de inanição antes da chegada do equipamento necessário para resgatá-los.

Felizes com a perspectiva do resgate, mas sabendo que precisariam se alimentar para sobreviverem, eles decidem então fazer um sorteio para estabelecer qual deles seria sacrificado e serviria de alimento aos demais. Todos chegam ao consenso de que a única chance de sobreviverem era esta e de que deveriam respeitar o resultado do sorteio.

No entanto, ao ser sorteado, um dos exploradores diz que mudou de idéia, que achava que eles deveriam tentar sobreviver sem se alimentar até a chegada do resgate. Os demais, já com o canibaslimo de sobrevivência à flor da pele, o matam e o devoram sem muita conversa.

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Ao serem finalmente resgatados, o desfalcado grupo de exploradores relata todo o ocorrido às autoridades e acabam presos e condenados por terem matado o colega. Com todas estas particularidades dramáticas, o caso vai para a corte suprema, onde um grupo de eminentes juízes passa a decidir sobre o destino dos homicidas.

No livro, que alguns acreditam ter sido inspirado pelo Mito da Caverna de Platão, não há uma conclusão tida como correta, mas vários aspectos que ilustram a dificuldade de se estabelecer um sistema jurídico para acompanhar a imprevisível realidade.

E se você fizesse parte do júri, o que diria?

Feb
12
 Textículos        Ivo Neuman        9 pedradas

Autor convidado: Walter Carrilho

CODIGO.DJAVAN

O livro “O Símbolo Perdido”, de Dan Brown tem vendido horrores. O que muita gente não sabe é que o autor de sucessos como “O Código DaVinci” já está produzindo um novo best seller: “O Código Djavan”. Na história, o pesquisador Robert Langdon vem ao Brasil descobrir quem matou a MPB. E todas as pistas estão espalhadas em músicas do Djavan.

A história promete. O herói do livro é um sujeito que está acostumado a decifrar códigos matemáticos, charadas, etc. Mas ele sua frio diante de letras como “Pétala”:

“Asa do meu destino
Clareza do tino
Pétala
De estrela caindo
Bem devagar”

A trama leva Robert a uma conspiração engendrada pela sociedade secreta “Odara ou Desce”, liderada por Caetano Veloso. Formada por pessoas como Lenine e Max de Castro, a sociedade tem o costume de assassinar músicas indefesas com aliterações e metáforas metidas a besta. Com o objetivo de espalhar o caos e letras sem sentido, a sociedade teria se inspirado em Djavan para criar um gênero musical em que a pretensão e o uso aleatório de palavras supostamente exóticas têm mais valor do que a poesia honesta. Eles teriam assassinado Vinicius de Moraes com uma dose de uísque envenenado.

Caçado por críticos baba-ovos, fãs ensandecidos e o fantasma de Wally Salomão, Robert tem apenas 24 horas para decifrar o enigma antes que Gilberto Gil lance um novo disco e dê início a mais uma geração de cantoras-revelação e cópias pioradas do Otto. A aventura o leva a enfrentar desafios terríveis, como uma entrevista com Amaury Jr. e uma luta homem-a-homem com o guarda-costas de Caetano, a terrível “Paulinha”.

Robert conta com a ajuda de Maria Carolina. Surge a possibilidade de um romance, mas o personagem se frustra ao saber que a cantora está mais para Zélia Duncan do que para Elis Regina. Depois de escapar de resenhas de vinhos feitas por Ed Motta e dos gritos de Edson Cordeiro, o pesquisador conclui que, bem, é isso aí mesmo.

“Açaí, guardiã
Zum de besouro
Um imã”

Vai ser um sucesso. Ou não.

- – -

Walter Carrilho é o único homem que fala djavanês na face da Terra.

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Penso, mas logo desisto.
 

Já faz algum tempo que não escrevo nada com o mínimo de consistência aqui no blog que valesse incluir no nosso depositório de Textículos, mas para não me dar ao melindre de castigar os queridos leitores com vazias divagações sobre os percalços que permeiam a minha própria e exaustiva vida, vou manter o foco deste editorial nos problemas gerais com que se deparam diariamente todas as pessoas dotadas de alguma capacidade cognitiva.

Logo que acordo (o que geralmente não é um processo muito simples), sou obrigado a me convencer de que eu não voltei ou avancei no contínuo espaço-tempo, não adquiri superpoderes inesperados como a capacidade de materializar chocolate meio amargo através do umbigo e, o que é muito pior, não ganhei na MegaSena acumulada. Antes que a depressão tome conta da minha existência, contudo, agradeço ao Senhor meu plano de saúde pelo fato de ainda estar vivo e dou início à minha jornada involuntária contra a estupidez humana.

A que pese o exagero, convivemos diariamente com as mais injustificadas condutas alheias que explicitam a falta de Jesus inteligência coletiva em nossa sociedade. Os exemplos vão do espertinho que fura a fila do engarrafamento ao idiota que ouve funk proibidão eletrobrega qualquer coisa que seja no auto-falante do celular em pleno busão lotado. Não existe respeito, consideração, gentileza. Ao contrario, parece existir um consenso tacitamente instituído de que a civilidade não é algo que possa vir a funcionar no contexto em que vivemos.

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Há que se manter a cabeça acima do pescoço.
 

Se a competição capitalista tem sua origem na batalha de egos inerente à condição humana, habita a ignorância aquele que pretende afirmar-se perante os demais antes de conseguir identificar suas reais virtudes e vir a considerar os próprios defeitos.

Acho interessante quando ouço uma pessoa derreter-se em autoelogios e acreditar que naquele momento está de fato vendendo o próprio peixe. Vivemos em um mundo onde as relações interpessoais, se não se intensificaram, ao menos podemos dizer que ganharam novas possibilidades, e a consequente demanda de novas estratégias.

Independente do quão maravilhoso você realmente acredite ser, à exceção de gostosas desinibidas e profissionais de hipnose, não basta afirmar em voz alta com extrema convicção para que as pessoas com quem você se relaciona conheçam suas qualidades e acreditem no seu potencial. Ao contrário, além de perecer de credibilidade para falar de si mesmo, você ainda corre o risco de virar o mais recente ápice da vergonha alheia no YouTube.

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“Brains!”
 
 

Em busca de informação, logo somos bombardeados pela bestialidade humana em exposição nos melhores veículos de comunicação da praça, apenas para nos lembrarmos de que Deus o Sistema não é justo. Sim, porque a despeito do que venha a ser “justiça”, uma palavra que abrange um conceito muito mais complexo do que aparenta aos seus usuários, não pode ser justa uma realidade que permite a propagação de tantos sofismas arraigados no lixo cultural que nos é enfiado goela abaixo a todo momento pelas emissoras, editoras e corporações estabelecidas, sob o pretexto de fornecer ao povo o entretenimento que lhe apetece.

A repetição do óbvio na programação das instituições, contudo, é o menor dos problemas num regulamento que garante o direito universal de competir, mas se abstém de fornecer maiores explicações sobre as regras do jogo – e elas são muitas. Falta investimento? Ou seria melhor dizer, “alocação de recursos coletivos”? Falta vontade política para sequer provocar cócegas no status quo? Falta atravessarmos mais alguns processos evolutivos e galgarmos novos degraus na busca da construção de um ser humano à imagem e semelhança do que idealizamos ser a força mais poderosa do Universo? Falta muita coisa.

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O homem é o lobo do homem.
 

Pra começar, não nos damos ao trabalho de rejeitar tudo aquilo que ultraja a nossa própria inteligência. Deixamos de fazer comentários sobre o que pensamos e nos omitimos em situações que ofuscam a razoabilidade, quase sempre por acreditarmos que seriam esforços desperdiçados. Não digo que a solução de todas as coisas prescindem de um debate racionalizado entre as partes interessadas, mas chego a cogitar se este não seria um mundo mais aprazível aos telepatas, capazes de perceber a verdade ao invés do que se diz.

Na prática, esta é uma habilidade que se aprimora com a experiência, mas nem todos parecem dispostos ou sensíveis a perceber o verdadeiro contexto das situações cotidianas, ou como se diz, “ler nas entrelinhas”, e estacionam o intelecto ante à superficialidade das interações sociais. É o que acontece, por exemplo, cada vez que você dá uma resposta pronta a uma pergunta nova, deixando escapar a oportunidade de reformular a própria opinião.

O mesmo comando compulsório que nos ordena a recolher tributos ao erário ao tempo em que nos impede de estrangular os desafetos é também responsável por garantir que cada coisa permaneça em seu devido lugar. Ninguém será conduzido à própria transformação senão pelos próprios méritos. Portanto, da próxima vez em que você se propuser a exercer o livre arbítrio, em qualquer circunstância, tenha em mente que abandonar o senso comum é o primeiro passo para se libertar de uma existência reacionária.

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Se você chegou até aqui na leitura deste artigo, vingue-se nos comentários.

Jan
17
 Textículos        Ivo Neuman        17 pedradas

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A abordagem das campanhas públicas contra as drogas nunca me pareceu funcionar muito bem. Você vira pra um adolescente cheio de energia e vontade de fazer merda e fala pra ele: “Não use drogas!”. De jeito nenhum. Mesmo. Logo adiante o mesmo jovem está diante de um anúncio de cerveja repleto de pessoas felizes, mulheres saradas e energias positivas. Em mais algum tempo o cara descobre que o termo “drogas” expressa uma vasta lista de substâncias utilizadas das mais diferentes formas, em diferentes níveis de liberalidade.

Me pergunto, se há pouco descobriram que a única forma de tentar garantir uma vida sem traumas sexuais para crianças e adolescentes é educar com liberdade e informação, por que não se conclui de uma vez por todas que assim devem ser enfrentados todos os outros problemas da sociedade? Enquanto os adultos não suportarem a idéia de chacoalhar suas caixas cranianas para enfrentarem os seus próprios tabus, vai ser muito difícil promover qualquer tipo de transformação.

Antes que essa introdução fique ainda mais longa e prolixa, apresentamos o artigo do autor convidado Archimedes Marques, Delegado de Polícia no Estado de Sergipe, sobre esta calamidade social brasileira, o crack, também conhecido como “nóia da pedra”:

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Crack, a droga que não forma craques

Estamos em aguda e profunda crise urbana e social relacionada ao crack, essa droga avassaladora, aniquiladora e mortal que vem fazendo vítimas e mais vítimas diariamente em todo canto do nosso país. O crack traz a morte em vida do seu usuário, arruína a vida dos seus familiares, aumenta a criminalidade onde se instala, degrada e mata mais do que todas as outras drogas juntas.

De poder sobrenatural, o crack pode viciar o usuário já na sua primeira ou segunda experiência e o que vem depois é a tragédia certa. Crack e desgraça são indissociáveis e quase palavras sinônimas. Relatos dos seus usuários e familiares, fatos policias diários e opiniões de especialistas sobre os efeitos e as conseqüências nefastas da droga podem ser resumidos em três palavras tão básicas quanto contundentes: sofrimento, degradação e morte.

A composição química do crack é simplesmente horripilante e estarrecedora. A partir da pasta base das folhas da coca acrescentam-se outros produtos altamente nocivos a qualquer ser vivo, tais como: ácido sulfúrico, querosene ou solvente e a cal virgem,  que ao serem processados e misturados se transformam numa pasta endurecida homogênea de cor branco caramelizada onde se concentra mais ou menos 50% de cocaína, ou seja, meio à meio cocaína com os outros produtos altamente nocivos citados. A droga é fumada pura, misturada num cigarro comum ou num cigarro de maconha que recebe a denominação de “bazuca”.

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A fumaça altamente tóxica do crack é rapidamente absorvida pela mucosa pulmonar excitando o sistema nervoso, causando inicialmente euforia e aumento de energia ao usuário, com isso advém a diminuição do sono e do apetite com a conseqüente perda de peso bastante rápida e expressiva. Logo os efeitos nefastos aparecem para os seus usuários, tais como: aceleração ou diminuição do ritmo cardíaco, dilação da pupila, elevação ou diminuição da pressão sanguínea, calafrios, náuseas, vômitos, convulsão, parada respiratória, coma ou parada cardíaca, infarto, doença hepática e pulmonar, hipertensão, acidente vascular cerebral (AVC). Além disso, para os fracos e debilitados usuários sobreviventes, ao longo do uso da droga, há perda dos seus dentes, pois o ácido sulfúrico que faz parte da composição química do produto assim trata de furar, corroer e destruir a sua dentição. O crack também causa a destruição dos neurônios e provoca a degeneração dos músculos do corpo do seu usuário, fenômeno esse conhecido na medicina como rabdomiólise, o que dá aquela aparência esquelética ao indivíduo com ossos da face salientes, pernas e braços finos e costelas aparentes.

O crack é tão perigoso que até o próprio traficante que tem consciência desse perigo, de tal droga não faz uso. Dificilmente e raramente um traficante usa o crack o que não ocorre com os outros tipos de drogas em que muitos deles também as utilizam em consumo próprio.

A disseminação do crack é constante e diariamente prende os menos avisados assim como uma teia de aranha para as suas presas, transformando as suas vítimas em verdadeiros mortos-vivos a perambular pelo submundo da sociedade.

Pesquisando junto às opiniões dos médicos e especialistas em tratamento dos drogados conclui-se que realmente estamos perante uma epidemia, porque há um número explosivo de casos nos últimos três anos. Antes era uma raridade, havia nas unidades hospitalares especializadas 90% de outras dependências e 10% de crack. Hoje há o contrário. É unânime o conceito dos especialistas em afirmarem categoricamente que o crack é uma droga diferente das outras, muito mais severa e contundente. Não há outra droga que produza um declínio físico e mental maior para o viciado quanto o crack.

Segundo estudos realizados por especialistas na área, as dificuldades para o tratamento dos viciados em crack também são imensas, por isso, a grande preocupação das autoridades ligadas ao tema da intensa problemática. É preciso de extrema força de vontade do próprio viciado para poder se livrar desse malefício infernal.

A conscientização e o investimento em massa na área da educação e na prevenção, com aulas, palestras, seminários e um convívio mais profundo e dialogado no seio da sociedade especialmente entre pais e filhos, poderá livrar-nos dessa epidemia. Não podemos achar que a polícia ou a medicina resolverão os problemas, que, muitas vezes, se iniciam nos lares, escolas e outros lugares de convivência, principalmente dos jovens, mais expostos, por vários motivos, à atração do mundo das drogas.

No País do futebol precisamos sempre formar mais e mais competentes e excelentes atletas craques da bola, do esporte e não incompetentes e debilitados cracks desta droga satânica.

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Archimedes Marques é Delegado de Policia no Estado de Sergipe e Pós-Graduado em Gestão Estratégica de Segurança Pública pela UFS.

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De célula a homem. De homem a dados. Não os dados que desfiam a sorte daqueles que ousam desafiar o destino. Os dados que flutuam no mar digital, num turbilhão constante de informação.

Zero e um. Um e Zero. Emoções e sentimentos binários fluindo pelo universo como o farfalhar da asa de uma borboleta. A teia. Mas não a teia da aranha que delicadamente constrói seu caminho. A teia de informação, de cor, de luz e de dor.

E o que deveria ser um mar de lógica, singrado por pura matemática, foi conquistado por um sorriso delicado de menina. Você, Tessália, menina moça de sorriso fácil e voz doce. Você que domou robôs e conquistou multidões. Você que um dia sentiu em si os desejos de um rei e buscou um milhão de amigos. Princesa digital em um castelo guardado por uma turba feroz de candidatos a um lugar que você conquistou: o de estrela nesse firmamento 2.0.

Do fifty-fifty para um inteiro, nem zero, nem um… um milhão. É isso que está em jogo na mão daqueles que acompanham o dia-a-dia de nossos brothers, de nossos guerreiros. Agora, doce musa dos scripts, cada um de seus seguidores realmente contam. Que eles reciprocitem o desejo de ver você aqui.”
 

Um brinde ao mais internético dos reality shows brasileiros!

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Colhido no jardim do Éden

tessália serighelli na playboy, já! Está decidido. Vou fundar o fã clube oficial da Tessália Serighelli e me nomear o fã número 1 da moça. Pode parecer oportunista (e é), mas a menina merece. Ela tirou leite de pedra. Saiu das profundezas do “fifty fifty” do Twitter, deu um primeiro passo aparecendo em todos os prêmios (que não premiam porra nenhuma) que possuiam a categoria de web/twitter celebridade, ganhou um bom dinheiro com isso (tome como base que ela recebeu dinheiro pra fazer o que você e outros milhões de pessoas fazem de graça) e agora figura entre as futuras pseudo-celebridades/ex-bbbs/capas da Playboy de uma casa que segundo o Pedro Bial é a mais vigiada do Brasil.

carteirinha de fã da tessália serighelliFaça como Jeremias e adquira já sua carteirinha de fã da Tessália Serighelli

Além de ser dona de uma beleza acima da média pro pessoal que vive de internet a menina soube usar muito bem todo o entorno pra adquirir o seu lugarzinho ao sol. Não apareça nos comentários com o papo que ela não tem peito, que você não pegaria e tal, porque além soar extremamente homossexual eu aposto que você nunca bolinou os peitinhos de uma menina mais bonita, o que joga por terra toda a sua crítica sobre a beleza e a comissão de frente da dita cuja. E com cinco mil reais isso tudo se torna coisa do passado. Caso você seja mulher e esteja perdendo seu tempo aqui, lendo este texto, muito provavelmente você é muito mais sofrida do que a moça em questão.

tessalia antes bbb linda deliciosa nua sem roupa de banho Quem não pegaria uma mulher dessas?

Tem também o fato de milhares de twitteiros que se descabelaram quando a @twittess usou, como ela mesma disse, scripts “do bem” , e lutaram pra provar segundo equações matemáticas, análises psicológicas e até com a ajuda de um pai de santo que a jovem estava enganando seus anunciantes e não traria retorno nem relevância, já que a lista de followers no twitter fora inchada via métodos não muito honestos.

Agora eu pergunto? O que é ser relevante?

Segundo o Wikicionário, relevância significa supremacia, destaque, importância.

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Pra ser selecionada para estar no Big Brother aposto que a relevância dela foi muito superior ao vídeo ridículo do Rogério,as críticas desenfreadas do Cardoso e a aparição na Playboy e Vip (e uma beleza superior a da Tess) da Miriam Bottan.

Pergunte aos anunciantes se, agora depois que a menina tiver sua vida revirada, seus “twitts” com milhões de views, seu nome citado em todos os sites, programas, revistas de fofoca, eles se arrependeram de pagar os míseros 500 reais que a moça cobrava.

Se você ainda não se convenceu que a menina acertou a veia da relevância, te garanto que hoje, e pelos próximos 90 dias ela terá mais audiência que qualquer twitteiro que apresente o CQC, comoverá mais donas de casa que qualquer apresentadora de programa de fofocas e será levada mais a sério que qualquer blogueiro que nunca fez um publieditorial.

E dessa vez sim, brothers, a relevância pagou as contas. E não foi só a do provedor de internet.

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Também vale a leitura do que o Suspensa pensa sobre o caso fifity-fifity e do BBB !

Dec
4

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A amputação de membros inferiores ou superiores habita uma casa ainda mais assustadora e apavorante que a própria morte no rol dos medos humanos. Assim como ficar paraplégico ou tetraplégico, muita gente acredita que sobreviver a um acidente com uma sequela deste tipo pode encerrar de vez a vida de uma pessoa.

Em caráter extraordinário, abrimos espaço aqui no TRETA para o depoimento real de uma pessoa que teve os braços amputados e ainda assim encontrou forças para sobreviver, viver e viver bem – necessariamente nesta ordem. Leia na íntegra, abaixo:

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Aprendendo a viver sem as mãos

O dia 21 de agosto de 1997 seria o dia em que mudaria toda a minha vida.
Trabalhava em uma empresa que fazia troca de transformador de alta tensão. Logo após o almoço saímos para fazer uma troca em uma chácara. Chegando ao local preparamos todas as ferramentas para executar o serviço. Logo que subi a escada seria o momento em que levaria um choque de 13.800 volts, ficando pendurando ao poste e preso ao cinto, o que evitou que caísse lá de cima.
Graças à equipe de resgate, que chegou logo ao local, eu fui retirado de cima.

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Aí começaria toda uma longa historia em minha vida. Chegando ao hospital com os braços queimados e parte do pé esquerda machucado, fui parar direto na UTI, mas a preocupação não seria essa no momento, mas sim com a parte interna do meu corpo. Meu rim não estava funcionando, fazia três dias que estava urinando sangue, mas graças a Deus ele começou a funcionar. Após passar isso, a nova preocupação seria em tentar recuperar os meus braços que estavam queimados, devido ao choque. Mas, infelizmente não teria mais jeito e a única possibilidade seria a amputação dos braços. Eu estava inconsciente e não sabia o que estava acontecendo. A autorização para fazer a amputação ficou para os meus pais. O que não deve ter sido muito fácil para eles.

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Após fazerem a amputação houve uma infecção nos braços e tive que voltar para a sala de cirurgia para amputar mais uma parte dos braços. Depois começou a parte dos curativos. Quando a enfermeira chegava no quarto dava vontade de sair correndo. Com os braços abertos para fazer a limpeza senti uma dor insuportável. Então colocavam gazes na minha boca para poder gritar de dor e para que as outras pessoas não se assustassem com os meus gritos. Passou a fase de curativos. Agora seria o momento de fazer uma plástica no que restou. O médico tirou a pele da minha perna para fazer o enxerto nos braços. Para essa cirurgia foi necessário ficar no hospital uns 40 dias.

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Após a recuperação viria o momento de deixar os braços preparados para colocação das próteses. Mas, meu braço esquerdo, o qual sobrou o cotovelo, teria que aumentar mais ou menos 6 cm, através da colocação de um aparelho, chamado Ilizarove (um aparelho com um monte de ferro dentro do osso). Nesse momento as dores foram insuportáveis. Mas, deu tudo certo. Quando fui tirar este aparelho tive um choque anafilático, causado pela anestesia. E lá fui eu parar na UTI de novo. Ocorreu tudo bem e fui embora no outro dia.

Agora teria que fazer um enxerto na pele que estava fina se não suportaria a prótese. Vamos lá de novo para cirurgia. O médico tentou tirar a pele da barriga, mas houve rejeição. Tive então que colar o braço na barriga por 30 dias. Aí, deu certo: a pele da barriga foi parar na ponta do braço. Essa cirurgia existe há mais de 50 anos. Depois de tudo isto já tinha feito mais de 11 cirurgias. e estava pronto para fazer colocação das próteses.

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Hoje vivo muito bem sem os meus braços e a cada dia agradeço a Deus por ter me dado minha vida de volta. Independente de ser um deficiente físico, amputado, hoje percebo que qualquer pessoa está sujeita a muitos preconceitos – estes sempre vão existir. Depois de ter passado por uma experiência como essa, dou valor muito mais na vida. Consegui colocar minhas próteses e me adaptei muito bem. Após o acidente, me casei, fui pai de um menino e lutei muito para idealizar o site Amputados Vencedores.

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Hoje estou fazendo palestras na área de Segurança do Trabalho e SIPAT. Agradeço aos meus pais, meus familiares e amigos pelo apoio e pela força que me deram. Também agradeço às pessoas que me fizeram descobrir o que é o amor: a minha esposa Jane e o meu filho Vinícius.

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Dedicado a Joseph Climber

Ilustras por conta do Google Imagens

treta.texticulos.avaliacaoÁs vezes, do nada, paro pra pensar em qual ponto da minha vida eu estou. Mas negligente que sou, tento me avaliar em um período de no máximo 365 dias, pros menos informados, o equivalente a um ano. Ontem, durante uma cagada que analisava as vertentes da minha vida de merda (hat-trick – a escatologia do Ronald Rios, a vertente do Felipe Neto e a piada out-of-time do Antônio Tabet) lembrei que nessa mesma época do ano anterior traçava planos para o ano próximo (no caso, esse que estamos agora) com minha ex-namorada.

Entre um suspiro e outro (de alívio, que fique claro, afinal estava defecando), lembrei-me que um dos meus primeiros planos era casar. Sabendo da dificuldade de dois recém-formados, queríamos uma cerimônia simples, aqui na praia de água suja, porém morna, do norte do Espírito, para família e alguns amigos íntimos. Aquela cerimônia idealizada por 75% das meninas mineiras que encontram um caiçara e querem casar descalças, mas se esquecem que a cerimônia na praia é alvo de muitas intempéries, e o vento é apenas uma delas.

Subseqüente a idéia do casamento, planejava construir uma casa. Dois pombinhos morando com os sogros não rola. Teríamos que ter nosso canto e a idéia ia se tornando mais viável à medida que analisamos as facilidades que teríamos. Como sou engenheiro civil, partes dos custos seriam supridos por mão-de-obra própria e já possuía o terreno para construir. Assim sendo, poderia investir mais do meu suado dinheiro em luxo e em uma mesa de sinuca sala. Só pra você ter idéia, no projeto que dei início a casa seria meio que um loft, aquelas casas abertonas onde só teria a divisão dos quartos, que no caso seriam três, o do casal, o da filha da ex-namorada e o de visitas.

E por último, mas não menos importante, tinha a idéia de trocar de carro. Já que boa parte do meu orçamento seria carcomida pela construção do lar e despesas das bodas, delineei apenas uma atualização no meu velho gol 1.0 porque não poderia me dar o luxo de ter um veículo para trabalho distinto do meu veículo de passeio.

Depois de todo devaneio, terminei o ato que havia começado (defecar, lembram?) fiz todo o ritual que a Secretaria de Saúde e o Pr. Jajá recomendam e fui deitar. Durante aquele período pré-sono resolvi fazer o balanço da minha vida atual em contraste com os planos que eu havia feito. E a analise foi a seguinte:

Não dei um update no meu gol. Comprei outro carro. Hoje tenho um carro absurdamente melhor. Tudo bem que não é nenhuma BMW, mas não é um carro que você sugere que eu uso a trabalho. Tirando que não tem vômito de criança, nem arranhão de chave, nem fedor de leite derramado. Ponto para mim.
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Possível situação do meu carro após uma briga qualquer.

Não construí uma casa. Moro com meus pais e não tenho gastos como faxineira, alimentação, luz, telefone, TV a cabo, internet entre outros. Em contrapartida não tenho a liberdade de promover noites de sexo com gêmeas suecas e regadas a Absolut, mas se analisarmos bem, pagar esporadicamente um hotel/motel sai muito mais barato e eu não tenho que arrumar nada no dia seguinte. Sem contar que não tem parede riscada, brinquedos espalhados pela casa nem tenho que deixar de assistir ESPN pra ver Discovery Kids. Ah, tenho minha mesa de bilhar e minhas fichas de pôquer. Dois pontos pra mim.

Não casei, mas comprei um Playstation 3 e uma TV de LCD. Infinitos pontos pra mim.

Pensando bem os suspiros que dei logo acima foi de alívio, mas não por estar defecando.

Abs.

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Cobra criada do século XXI que sou, acabei ficando meio reticente quanto a escrever um artigo como este, que fatalmente jogará por terra toda uma eventual respeitabilidade que eu ainda possa vir a ter perante algumas pessoas. O fato é que no meio de tanta gente crédula que há no mundo, eu meio que me considero uma pessoa esclarecida, quase cética: católico por batismo, espírita por empatia ideológica e agnóstico por falta de convicção em qualquer coisa que possa vir a ser uma pegadinha do Mallandro.

Uma coisa, contudo, me chamou muita atenção nos últimos dias: a folha de horóscopo do folclórico jornal capixaba A Tribuna desta última sexta-feira 13, que está disponível para consulta na seção Edições Anteriores da página oficial do jornal (ou diretamente aqui).

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Trata-se tão somente de mais uma daquelas páginas de horóscopo, cheias de análises astrológicas e previsões pra cada signo do zodíaco, que circulam diariamente em milhares de publicações ao redor do planeta, com o intuito de iludir as mentes mais frágeis através de prognósticos genéricos e facilmente aplicáveis à grande maioria dos humanos.

O lance é que a digníssima Sra. Neuman (do signo de Libra), depois de colocar sua agenda em dia e fazer algumas ligações que estavam pendentes, começou a folhear o jornal enquanto conversava com duas colegas do trabalho e pôs-se a ler a tal página do horóscopo.

Minutos antes, uma das colegas (do signo de Virgem) estava contando que acordou muito assustada com um sonho ruim que teve, enquanto a outra (de Leão) confessou que não gostava de ir à praia em dias de muito movimento, porque não curtia fazer exibição da própria figura de biquíni. Vejam o que dizia o horóscopo das moças:

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Em seguida, a virginiana deu uma incerta no horóscopo do namorado (do signo de Gêmeos), enquanto a minha namorada puxou pela memória que seu pai, outro virginiano, reclamou de ter tido alguns sonhos ruins por esses dias. Atônita, consultou rapidamente o meu horóscopo (Escorpião) e entendeu porque eu estava todos estes dias trancafiado no escritório:

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Batata. Cerca de meia hora depois, o geminiano liga pra namorada contando que tinha acabado de receber uma ligação propondo o melhor contrato de sua carreira em termos financeiros. E eu continuei só com o excesso de trabalho, claro.

Basicamente, depois de ouvir essa história e ver que o meu próprio horóscopo fala das questões mais centrais deste momento em minha vida, decidi mostrar a bagaça pra minha mãe (do signo de Touro) e irmão (Câncer), e eis que temos novos resultados positivos:

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Minha taurina mãe acabou de enfrentar conflitos no trabalho por causa de intervenções em seu planejamento e meu canceriano irmão vem recebendo sucessivos castigos por não respeitar os horários estabelecidos aqui em casa, ficando na rua sempre até mais tarde, apesar de precisar se alimentar o tempo todo (por causa do diabetes). Na mosca.

Agora passo a bola pra vocês, meus comparsas e leitores do TRETA: o que vocês acham? Será que Nostradamus assumiu a editoria astrológica da Rede Tribuna ou será que simplesmente colocaram um charlatão tão bom pra escrever a parada que nossas férteis imaginações se encarregaram do resto?

Na dúvida, consulte AQUI agora mesmo os comentários do seu signo.

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Cesta básica do sexo sofisticado.

 

Peço desculpas aos mais castos pela pauta apelativa do textículo de hoje, mas a banalização das colunas e blogs de auto-ajuda sexual me desinibiram ao ponto de eu achar ser extremamente útil partilhar com meus queridos leitores um pouco da minha vasta sabedoria horizontal – desenvolvida ao longo de muitos anos de dedicada imersão acadêmica.

O desafio de alguém minimamente sério que se propõe a escrever sobre o assunto é não parecer totalmente ridículo, o que se desdobra em diversos aspectos como: não cair em chavões, não revelar detalhes pessoais sórdidos, não constranger o público, não ser rude com as moças, não soar prepotente e chauvinista, não dar mau exemplo pras crianças e, principalmente, não deixar o público perceber que isto é um publieditorial.

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Imagem meramente ilustrativa.

 

O fato é que a melhor sex-shop do Espírito Santo, a Amor & Sexo (sem a Fernanda Lima) enviou para o laboratório de testes do TRETA um kit de apetrechos capazes de fazer corar o mais promíscuo dos japoneses. Tá, nem tanto. Na verdade a distinta senhora que me atendeu na loja da Praia do Canto (Vitória/ES) solicitou gentilmente que eu escolhesse alguns itens entre uns cremes e pomadas mágicas e quando ela me perguntou qual o tamanho do vibrador que eu iria levar, fiz questão de frisar que era um blogueiro de família.

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A proposta do presente: fazer uma resenha dos produtos dignos de nota no blog e aproveitar para apresentar aos muitos virgens que nos leêm um novo horizonte de possibilidades inescrupulosas envolvendo o ato sexual. Dá uma olhada no TOP FIVE:

  

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1. Bolinhas coloridas
Quem curtia jogar bolinha de gude na infância vai se amarrar na versão para maiores, com a adaptação de algumas regras da sinuca, como o uso do taco e o objetivo de encaçapar. Explicando: são cápsulas esféricas de lubrificantes perfumados que explodem no interior da vagina com o ato sexual. Ganha aquele que deixar o lençol mais colorido.

 

 Cid Moreira

2. Gel para retardar a ejaculação
A ejaculação precoce é um fantasma da geração pós-pornografia na internet e muitos métodos para-psíquicos (como pensar no Cid Moreira de cueca) já foram debatidos por aqui, mas nada substitói a boa e velha química de um anestésico tópico para fazer durar algumas horas o que poderia ser resolvido em minutos. Recomendo passar no corpo todo.

 

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3. Cremes para ampliar o prazer masculino ou feminino
Não sei qual é a composição da fórmula dos diferentes produtos para estimular o prazer do homem e da mulher, mas como no fim das contas a idéia é misturá-los com outros fluidos, não faz muita diferença. O ponto aqui é simples: esquentar (ou refrescar) as partes íntimas, com efeitos adicionais afrodisíacos e ampliadores de sensibilidade. De dentro pra fora.

  

dildo

4. Piroca artificial de borracha com vibrador elétrico
Enquanto muitos punheteiros se divertem com suas vaginas artificiais ou improvisadas, o TRETA vem a publico defender o direito feminístico (ou boiolístico, né, vai saber) a um consolo amigo. Como dizem as solitárias, as jebas vibratórias artificiais não broxam – apesar de vez ou outra precisarem de pilhas novas – não roncam, não peidam e não mijam na tampa da privada. Para os homens e mulheres sexualmente ativas, fica a dica: se rolar o fetiche de um menage à tróis envolvendo mais de um macho na parada, que seja este simpático e inanimado amigo.

 

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5. Lubrificante comestível com sabor de cerveja
Agora o que mexe de verdade com os instintos masculinos é esse sensacional lubrificante comestível (para massagem e sexo oral) sabor cerveja. Não se iluda achando que o sabor é comparável ao de uma breja gelada, mas só a sugestão de misturar duas das melhores coisas da vida já vale o brinde. Altamente recomendado às mulheres desesperadas para agradar os parceiros: prende o cara mais que golpe da barriga. Quem quiser adaptar pode tentar se lambuzar com cerveja de verdade, mas há o risco de você se sentir no meio de uma micareta e começar a cantar o último hit do Araketu.

Então é isso, moçada. Se você nunca pensou em comprar algumas coisinhas dessas, está na hora de espantar a preguiça, correr pra sex-shop mais próxima e usar a criatividade na hora do rala-e-rola. Antes que outra pessoa o faça primeiro com o seu parceiro ou parceira.

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Dedicado ao Buda do sexo contemporâneo, Octávio Bastos