Se as revistinhas da Turma da Mônica foram fundamentais na minha infância, o mesmo posso dizer da Revista Mad em relação à minha adolescência – talvez até um pouco mais que a Revista Playboy (certamente mais do que a Revista Placar).

E diria isto mesmo se o Alfred E. Neuman não fosse parente…

 

Apesar de ter tido muito mais acesso às edições brasileiras, as capas da Mad gringa configuram uma bela cronologia da estupidez humana, e felizmente estão catalogadas com todas as suas edições neste belo acervo, inclusive as especiais e as impagáveis sátiras de filmes – além de um providencial guia de preços.

 

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