Por mais que a gente tente ficar imune às discussões mais acaloradas do mundo futebolístico, mais cedo ou mais tarde o assunto surge na mesa de um boteco e prontamente somos chamados a emitir uma opinião.

O São Paulo levou o título do Campeonato Brasileiro de 2007 e atravessou alguns ânos de polêmicas envolvendo homossexualismo e futebol. A vitória recente somou-se às outras quatro anteriores do tricolor paulista e reascendeu o debate sobre o título do campeonato de 1987, conquistado pelo Flamengo.

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A discussão foi parar em todos os botecos, filas de banco, listas de e-mail, comunidades do Orkut e até chegou a motivar a manifestação apaixonada de alguns blogs sobre o tema.

A paranóia da competição futebolística é tão tentadora que inspira as mais compenetradas teses acadêmicas. Sem exagero. Tem gente que leva o assunto tão verdadeiramente a sério, que é capaz de escrever um artigo para fomentar a polêmica com argumentos jurídicos.

Perdoem-me, mas se é pra discutir sobre algo tão relevante quanto a guarda de um punhado de bolinhas, que seja numa mesa de bar, onde pelo menos rola uma cerveja. Ou melhor: pelo andar da peleja, é provavel que role muito mais do que uma…

OBS(1) – Este texto não possui conotação homofóbica. Especialmente porque em nenhum momento o nome do jogador Richarlyson foi mencionado.

OBS(2) – E o Cortinthians, heim?

OBS(3) – Obina é seleção!

(*) Dedicado ao Zé, um advogado que entende tudo de peleja. E de cerveja.