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Os críticos do TRETA afirmam que nosso estilo editorial underground é um tiro no pé dos anunciantes – por fazer suas marcas correrem o risco de uma saia justa de humor duvidoso. Por isso mesmo, ao invés dos anúncios grandiosos e caros que pipocam nos blogs mais populares, mais da metade de nossa renda com publicidade vem das produtoras de festas rave e eventos similares. Como assumido entusiasta da cultura psicodélica, particularmente para mim é mais que um a honra vender essa idéia. É algo como ser remunerado para hastear a própria bandeira.

Então, me senti particularmente interessado quando fomos convidados a fazer um review do recém-lançado livro “Festa Infinita”, de Tomás Chiaverini (2009, Ediouro, 304 páginas), um ensaio completíssimo sobre a história e o universo das festas de música eletrônica no país, e ainda mais satisfeito quando sobreveio o convite para colaborar diretamente com o blog de debates sobre os temas levantados no livro.

Para quem quiser se aplicar no vício, a editora liberou o primeiro capítulo da obra.

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(*) Enquanto preparo uma resenha à altura da leitura, acompanhem o movimento no Psicodelia, no JustPlay e no blog do Festa Infinita


 

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