No último dia 31 de março, o professor Eduardo Botelho Gualazzi, da Faculdade de Direito do Largo São Francisco (USP), tentou prestar uma homenagem ao golpe militar de 1964 em sala de aula com a leitura de uma carta chamada "Ode ao Golpe Militar de 64". O que ele não contava é que, assim como fizeram boa parte dos congressistas brasileiros durante o último discurso de Jair Bolsonaro, seus alunos não permitiriam um tributo à barbárie:


 


 

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