Por algum motivo ainda não decifrado pela ciência (ou pela religião), o ser humano é o único animal que sente a necessidade de dar um giro vertical de 360° (ou mais) sobre o próprio eixo.

A prática, popularizada internacionalmente com o nome “backflip”, em português recebeu um nome muito mais intimidador, e talvez por isso mais apropriado: salto mortal.

 

Não satisfeito com a brincadeira aterrissando em terra firme, o ser humano foi além, e descobriu a emoção de saltar de um skate em movimento para continuar a manobra em outro, seis degraus de escada adiante, sem perder a pose:

 

Um passo adiante e o tal ser humano, ainda inquieto, decidiu partir pra uma ousadia ainda mais sofisticada, saltando epicamente de mountain bike:

 

Obstinado na missão de desafiar a força da gravidade (e a morte), o ser humano também conquistou o posto de único ser vivo capaz de dar um salto mortal triplo de BMX:

 

Mas ainda há quem considere pedalar muito trabalho. Sofisticando ainda mais nossa acrobacia favorita, o ser humano repetiu o feito triplo sobre uma motocicleta:

 

Radical, mas… seria possível dar mortal de carro, como em alguns joguinhos de corrida em 2D? A resposta:

 

Tá pouco ainda? Vem, monstro:

 

Não cabendo mais na própria ambição, o ser humano foi além e decidiu terceirizar seu anseio por backflips construindo um pequeno robô caseiro capaz de executar, dentre outras acrobacias, um salto mortal quádruplo:

 

Só que tem um problema, que omitimos até o momento: o tal ser humano, não é um robô. Ao invés da precisão de movimentos mecânicos após cálculos matemáticos, temos a falibilidade dos movimentos humanos após cálculos mentais idem:

 

Que o diga o pobre menino rico MC Gui

 

Aproveitamos pra protestar contra a prática cruel de exploração de bêbados trocando cachaça por piruetas (atenção para as adoráveis tatuagens do sujeito no fim do vídeo):

 

Agora, se o bêbado acrobata insistir na performance, é importante verificar a presença de autoridades antes de brincar com o perigo:

 

Ou o tal ser humano vai acabar precisando de um outro ser humano, bacharelado e ordenado, pra fazer uma manobra jurídica sem precedentes:


 

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