Apesar de não termos sidos convidados a opinar sobre o concurso de beleza e atitude mais badalado do momento, o Miss Marijuana 2009, saímos em defesa do nosso camarão favorito.
Dentre as 20 candidatas participantes, nosso voto segue para a nº 14, Brenda, de Goiás:
![image25[1] image25[1]](http://www.treta.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/image251.png)
“Sou total e completamente apaixonada…”
![image19[1] image19[1]](http://www.treta.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/image191.png)
Leia a entrevista com a nossa escolhida AQUI.
Ou escolha a sua favorita clicando abaixo:
O resultado sai nesta quarta-feira, dia 22/07.
Atire a primeira pedra!Méritos para a moça, por manter-se gostosa apesar da irremediável larica.
Cara tem muita menina bonita no concurso, acompanhei desde o início e fiquei perdidão na hora de votar.
Fico feliz pelos caras por tu ter dado esse apoio voluntário
Abraços
[...] 5. Miss Marijuana 2009 [...]
te de cara o.o caralho, MUITO obrigada!
@Brenda: e os organizadores nos comunicaram que o voto do TRETA será computado oficialmente. Bjomeliga!
Massa, agora financiadores de traficantes têm boa divulgação na internet!
@Rodrigo: O apoio do TRETA ao concurso cultural é uma homenagem ao consumo legal de marijuana na Holanda, onde a droga não é proibida.
Realmente, lá não é proibida. Mas aqui é, assim como a srta. Brenda é brasileira,
Ainda que não seja essa a sua intenção (o que creio não ser), o “post”, assim como o link disponibilizado, levam a uma visão distorcida dos fatos, especialmente no que se refere às implicações sociais (destacando a criminalidade) do tráfico de drogas e “simplicidade” imputada ao ato de se drogar.
Na entrevista, a candidata demonstra desprezo para com as leis e mesmo a moral social. Acha um absurdo ter sido denunciado um amigo seu por ato obsceno e o resto do grupo pelo (à época, conduta criminosa) consumo de drogas.
E nem adianta comparar Brasil com Holanda, haja vista a grande diferença de mentalidade e mesmo de maturidade, que há dentre os povos.
Atualmente os jovens (faixa etária em que eu ainda me incluo, ainda que faltem 3 anos para os 30) demonstram pouco ou nenhum respeito para com o próximo, para com as leis deste país.
Financiam o tráfico em prol de um prazer banal, pouco se importando com quem vem morrendo, com quem vem sendo armado.
Papai dá mesada, dá carro, computador e os inconsequentes apenas querem comprar droga, fazer festas sem respeitar o sono da vizinhança (e, muitas das vezes, quando é acionada a policia – após insistentes pedidos por silêncio, vindos de quem apenas quer descansar, para trabalhar no outro dia – os policiais ainda são agredidos verbal ou até fisicamente…). Isso quando não passam a fazer as vezes de traficantes, levando drogas para seus coleguinhas.
Sou jovem (ainda), fiz faculdade ao mesmo tempo em que trabalhava, ia a festas com meus amigos. Viajamos pra micaretas, pra festas e nos divertimos muito, sem precisar financiar traficantes.
Bom, Ivo, não é lição de moral e nem tenho pretensão de fazê-lo com quem quer que seja. Apenas expressei minha insatisfação (do mesmo modo que muitos, infelizmente – para mim, claro, assim como para quem sofre com o tráfico de drogas -, certamente expressarão sua satisfação) em relação ao post, por todas essas implicações por mim expostas.
E também não entendi o porquê de ser “cultural” o concurso, bem como a necessidade de ser homenageado o consumo de drogas (ainda que legalizadas em determinado país).
todas sao gatas isso é incontestavel, mas enquanto elas tão puxando um “beckzinho”, tem policial morrendo , cidadao morrendo e traficante ganhando em cima. será que compensa mesmo da “teco”?????
@Zéh: concordo plenamente, cara.
Muito triste ver nêgo usando mulher gata assim pra fazer apologia às drogas. Gostaria de saber se o TRETA daria seu apoio a um concurso homenageando os policiais que impedem o tráfico de drogas no Brasil.
@Raul: Cara, só se rolasse uma putaria muito pesada…
@Rodrigo: Em primeiro lugar, obrigado por ter exposto o seu ponto de vista de forma civilizada, o que é muito raro entre pessoas que não fumam maconha.
Em segundo lugar, gostaria de dizer que este é um debate que acompanho segundo outra perspectiva e através de outros veículos mais sérios que este blog. Desculpe sinceramente, mas não objetivo discutir com leitores o meu ponto de vista, até para não trazer ao TRETA nada que não seja abordado do ponto de vista meramente hilariante.
Eu não compartilho do seu ponto de vista e me recuso a aceitar que o meu país não merece um Ordenamento Normativo ainda melhor e mais evoluído que o da Holanda.
Quantas vezes eu usei a expressão “ponto de vista” acima, heim?
Ô falta de revisão… Deve ser a erva.
[...] Concurso: Conheça a miss Marijuana [...]
a #15 é a mais gata.
e Rodrigo, justamente por nao querer financiar traficantes e descumprir à lei é que eu sou favorável a legalização. Se o Zeca Pagodinho pode encher a cara de cachaça, eu posso fumar o meu beck.
Sabe o que me indigna?! Um bando de bitolados que foram educados pela televisão demonstrando seu descontentamento com algo que nem opinião própria eles tem, apenas vomitam o que cai em seus ouvidos. É muito mais fácil a sociedade jogar a culpa da morte do policial despreparado e raivoso que sai de casa com seu instinto assassino e com porte legal de arma e morre numa troca de tiros que acontece pq não recebeu sua “cota” dessa semana. Infelizmente, se nossa política desse mais oportunidade, mais educação e principalmente dignidade para que seus cidadãos vivessem bem suas vidas, não dependeríamos de pessoas que levam a vida no tráfico. O problema não sou eu que compro maconha e sim o governo que permite que haja a venda ilegal. Sinto em discordar dos demais, mas conversa pra boi dormir, vai contar pra outro: Facil é jogar a responsabilidade em cima dos outros do que fazer algo pra melhorar nossa sociedade! Só um conselho: aprendam a formar opinião e busquem conhecimento, não se contentem em ser vaquinhas de presépio que seguem os outros pq alguém disse que é verdade.
Só complementando, se eu pudesse, plantava e consumia o que eu plantei, não dependeria da venda ilícita. Mas eu que sou usuário, se tiver meu “pezinho” em casa e a mesma polícia que vcs defendem descobre, vou ser tratado como o mesmo fdp que matou e estuprou. Nesse ponto de vista, vcs tb concordam com o policial?
Inicialmente para Ivo:
Parabenizo você da mesma forma que você o fez em relação a mim. Realmente é difícil encontrar pessoas que saibam discutir dentro de um nível adequado (um exemplo é a verborragia de Phillip).
Voltaire já disse mais ou menos o seguinte: “Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.”. Tal é a base da democracia: a discussão racional, respeitosa, sem descambar para a baixaria.
Você tem o direito de expor o seu ponto de vista, a proibição legal existente sendo limitada à incitação direta (ex.: um “post” convidando todos a fazer uso de drogas ilícitas certamente traria a você um sério problema). De outro lado, você respeitou o meu direito, assim como o de outros dois (salvo engano) indivíduos de apresentar opinião contrária.
E, quando falei da diferença de mentalidade que há dentre os povos, falei tendo por base o comportamento do brasileiro ante a liberalização. A simples “importação” de legislação de outro país, que teve por base o processo histórico evolutivo de um povo, não tem efeitos positivos em um outro país.
Um exercício possível é imaginar o que aconteceria caso houvesse “autobans” (rodovias alemãs) no nosso país. Na Alemanha, referidas rodovias não contam com limite máximo de velocidade.
Estaria o brasileiro pronto para a liberalização? Seu nível de consciência social, de urbanidade e respeito pode ser equiparado ao do povo europeu?
Não digo que somos um povo inferior, nem estaria a defender o retorno da ditadura, mas apenas que não sabemos ainda lidar com o nível de liberdade de que dispõem determinados povos.
E não são todos os países europeus que permitem o livre consumo de drogas.
Já quanto a Phillip,
Não me enquadre no mesmo nível de pessoas com as quais você eventualmente conviva. Ou ainda no nível de pessoas que não souberam dialogar contigo.
Quando falo que o usuário (especialmente se não for viciado, mas sim um usuário recreativo – o pior na visão de quem combate o tráfico e o consumo) é um financiador do tráfico, o digo nos mesmos termos em que se pode afirmar que o receptador é um financiador do ladrão.
É uma simples regra de economia: há um mercado em decorrência de uma demanda; em outras situações uma demanda podendo ser incentivada, mas sempre dependerá do demandante para seguir existindo.
Assim, quando um indivíduo quer consumir droga, procura um traficante e paga a ele um preço no qual está embutido um lucro. Com o lucro ele pode comprar mais droga, armas, corromper mais pessoas (se há um corrupto é por haver quem o corrompa). Daí decorre o financiamento.
Então, até que a portaria do Ministério da Saúde que enquadra a maconha como droga ilícita possua redação diversa, bem como até o dia em que haja norma dispondo sobre a venda lícita de maconha, quem compra maconha financia traficante.
Já quanto à corrupção de policiais, de Delegados, Advogados, Juízes, Promotores, infelizmente ela existe, mas em decorrência de serem, todos, seres humanos. Também há publicitários que apelam para mensagens subliminares ou outros artifícios para iludir o consumidor, médicos que se vendem por viagens/prêmios, para receitar determinado remédio…
O retrato disso são os nossos governantes, afinal cada povo tem os líderes que merece – o voto é livre e elegemos quem queremos.
Assim, minha opinião não decorre da livre aceitação do que me diz a televisão, mesmo porque vejo a mídia a cada dia mais receptiva aos usuários (viciados ou recreativos). Decorre, sim, de minha vivência, estudo, da leitura de livros, jornais e mesmo por acompanhar pessoas que já passaram pelo drama do vício, vendo as mazelas que ele traz para a família, principalmente.
E quanto ao “se Zeca Pagodinho enche a cara de cachaça eu encho meu pulmão de maconha”, a argumentação – ao menos para mim, já que para ti faz sentido – é sofrível. O abuso de qualquer droga, seja ela lícita ou não, há de ser condenado; não por acaso as propagandas contam com mensagens desestimulando o consumo excessivo de álcool, bem como os maços de cigarro têm estampadas imagens e mensagens demonstrando os malefícios do fumo e há a nova lei sobre o fumo em São Paulo, a exemplo do que há em outros países (em louvor à saúde principalmente do fumante – que certamente demandará futuro tratamento e dispêndio ao sistema de saúde – ativo ou passivo, exemplo deste sendo os garçons que atendem nas áreas de fumantes).
Então, mesmo ante a atual conscientização dos malefícios trazidos pelo uso de drogas – lícitas ou não -, o indivíduo passaria a valorar o abuso para justificar suas atitudes?
Tal entendimento revelaria, sim, fechar os olhos para a realidade, um desprezo que se une àquele para com as instituições do nosso país. Afinal, torna-se mais fácil levar a polícia, a justiça ao descrédito, agredir verbal ou fisicamente quem apresenta argumentos (em vez de contra-argumentar). E reclama-se do país, sem que seja tomada qualquer atitude concreta, já que “twittadas” não intimidam ninguém.
Se os jovens perdem a capacidade de se portarem dignamente, correm o risco é de passarem a ser ridicularizados, de caírem no descrédito e essa é uma situação que não quero ver.
P.S.: Cometi um equívoco anteriormente, ao afirmar que o uso não representaria mais um crime. Corrijo agora.
Muito embora não esteja prevista pena privativa de liberdade, há sanções que vão da admoestação verbal por Juiz à prestação de serviços comunitários/frequência a programas de recuperação.
@ Phillip acho quem esta bitolado com TV é você, Todos policiais saem de casa para receber a cota? cara tem muito policial pai de familia que sai cedo e sequer sabe se vai voltar,troca tiro com vagabundo por causa de um ‘teco’.BANDIDOS so tem o armamento que tem por causa de trafico. logico que tem o lado podre da pm TEM, mas te garanto que é a minoria,lembre-se todo usuario tem culpa sim da morte de inocente!
@Ivo, sou só eu ou mais alguém levou na esportiva esse lance da Miss Larica? Cacildis.
E é por essas e outras que eu sinto falta da pornochanchada brasileira. Muito melhor que esse engajamento-fast-food-Capitão Nascimento que temos que aturar desde 2007.
Bom, alguns expuseram seus argumentos.
Outros apenas buscaram por em descrédito as instituições do país e ainda houve quem apelou à falta de argumentação – a exemplo de quem chama de nazista aquele eventualmente seja contra quotas em universidades. No caso, passando não à contra-argumentação, mas à tentativa de por em descrédito o interlocutor, quem é contra as drogas, é “Capitão Nascimento”, valida a tortura e tem seus conceitos baseados na televisão.
Apelouzis, perdeuzis.
E valeu a lembrança do aniversário da morte do querido e saudoso Mussa.
[...] o polêmico debate levantado nos comentários deste artigo, e em outro âmbito graças ao episódio mais legal de A Grande Família de todos os tempos [...]
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