Bruna Damaris deixou o hospital com alta médica depois de passar mais de 40 horas à deriva no mar perto de Ilhabela, no litoral de São Paulo. Ela se pronunciou publicamente sobre seu estado de saúde e, pelo que indicam os relatos, está bem, considerando tudo que aconteceu.
Quarenta horas flutuando em alto-mar é o tipo de coisa que a maioria das pessoas só conhece como enredo de filme de sobrevivência. Bruna viveu de verdade, foi resgatada e ainda teve disposição para dar satisfação à internet assim que saiu do hospital.
Nos relatos após o resgate, ela descreveu as condições durante as horas à deriva e agradeceu pelas buscas. O estado de saúde, segundo a própria, está estável. Alta recebida, pés no chão, viva.
O que torna tudo isso ainda mais pesado: as buscas continuam pelo colega que estava com ela e segue desaparecido. A história de Bruna terminou com alívio. A do outro ainda não tem desfecho.
Vou falar uma coisa: sobreviver 40 horas no oceano e ainda ter clareza pra se pronunciar logo em seguida diz bastante sobre o que essa mulher aguentou nos últimos dias.
A repercussão nas redes misturou admiração com aquela angústia coletiva de quem ficou acompanhando os boletins hora a hora. Quando a notícia do resgate saiu, os comentários foram na linha de “não consigo imaginar o que ela passou” e “milagre” repetido em loop.
Bruna Damaris saiu do mar, saiu do hospital e falou. Quarenta horas no oceano e ela voltou pra contar.






