A Copa do Mundo 2026 começa nesta quinta-feira, 11 de julho, e a cerimônia de abertura vai acontecer em três países ao mesmo tempo. México, Estados Unidos e Canadá recebem shows simultâneos, com Anitta e Shakira divididas entre os estádios. Nunca tinha acontecido antes.
Anitta fica no Estádio Azteca, na Cidade do México, onde México e África do Sul fazem o jogo inaugural. Shakira cobre outra sede. A lógica é simples: como a Copa 2026 é disputada em 16 cidades espalhadas por três países, não existe um único estádio que simbolize a abertura. A solução foi escalar duas das maiores artistas do mundo e mandar cada uma pra um continente diferente.
Vou falar uma coisa: colocar Anitta no Azteca, palco com capacidade pra mais de 80 mil pessoas e um dos estádios mais históricos do planeta, é um nível de cachê simbólico que a própria Copa vai ter dificuldade de superar nos próximos anos.
O Azteca já sediou duas finais de Copa do Mundo, em 1970 e 1986. É o mesmo gramado onde Maradona fez o gol de mão e o gol do século. Anitta vai cantar no mesmo lugar. Quem disse que a carreira internacional dela não chegou lá pode revisar as anotações.
A estrutura tripartida da abertura é um reflexo direto do tamanho inédito deste Mundial: 48 seleções, 104 jogos, 39 estádios. O maior da história em número de participantes e de partidas. Para cobrir tudo isso, a FIFA organizou três cerimônias separadas que serão exibidas em sequência ou simultâneo nas transmissões ao redor do mundo.
No Brasil, a TV Globo transmite a abertura e o jogo inaugural. O programa “Todo Mundo no Rio” já antecipou imagens das duas artistas nos ensaios, o que explica por que os prints de Shakira e Anitta juntas estão circulando desde ontem como se fosse spoiler de série.
Três cerimônias, dois nomes, um torneio. A Copa 2026 abriu o livro de recordes antes mesmo de a bola rolar.






