Maíra Cardi abriu o TikTok nesta sexta (19 de junho de 2025) para mostrar o que o PMMA fez no rosto dela depois de mais de quinze anos. A influenciadora apontou alterações visíveis na pele, contou que foi ao médico para avaliação e usou o próprio rosto como argumento: “É para vocês acordarem.”
O PMMA é uma substância usada em preenchimentos estéticos que não é absorvida pelo corpo. O problema, que a indústria de procedimentos demorou para admitir, é exatamente esse: ele fica lá. Para sempre. E em alguns casos começa a migrar, endurecer ou causar reações inflamatórias anos depois da aplicação.
Maíra disse que fez o procedimento em 2009. Vinte e poucos anos se passaram e o resultado apareceu no vídeo literalmente estampado no rosto. Ela mostrou as alterações, foi ao médico e tomou a decisão de não fazer a cirurgia invasiva para remover o produto, pelo menos por enquanto, avaliando que o risco cirúrgico neste momento supera o benefício.
Vou falar uma coisa: é curioso como a estética dos anos 2000 vai cobrando a conta agora, uma fatura por vez, no rosto de quem acreditou que preencher era o mesmo que maquiar.
O vídeo tem aquele tom de depoimento que para o algoritmo. Maíra não está lamentando, está documentando. E a diferença importa porque ela transformou a própria complicação num aviso concreto sobre uma substância que ainda circula em clínicas, aplicada por profissionais que garantem que “dessa vez está tudo diferente”.
A repercussão nos comentários foi na linha de quem reconheceu o produto no próprio histórico estético ou no de alguém próximo. O PMMA teve uma época de ouro no Brasil, e uma boa parte dessa geração está chegando agora na fase das consequências.
Maíra Cardi com o próprio rosto como antes e depois que ninguém pediu, mas que todo mundo precisava ver.






