Lore Improta postou um vídeo com uma de suas funcionárias nas redes sociais e parte da internet achou que tinha algo errado nisso. A dançarina ouviu as críticas, processou tudo, e resumiu o sentimento em duas palavras: “que chatice”.
O vídeo em si era aparentemente inofensivo, mas bastou aparecer uma funcionária em cena para a galera entrar no modo analista de relações trabalhistas. Os comentários foram na linha de “isso é adequado?”, “será que ela quis aparecer?”, aquele tipo de questionamento que transforma qualquer coisa em pauta ética.
Lore não entrou no jogo. Nos stories, rebateu as críticas com o tom de quem já viu esse filme antes: dispensou a discussão, deixou claro que não via problema nenhum no que postou e jogou o “que chatice” com a leveza de quem tá com preguiça até de se irritar direito.
Vou falar uma coisa: “que chatice” é uma das respostas mais honestas que uma celebridade pode dar. Sem textão, sem print de conversa, sem “vim aqui esclarecer”. Só o desprezo educado de quem achou a treta pequena demais pra merecer mais do que isso.
A dinâmica patroa-funcionária virou tema de debate porque é um daqueles assuntos que a internet resolve antes mesmo de ter contexto. Ninguém sabe o que estava no vídeo, se a funcionária participou por vontade, se é uma pessoa próxima da família, se tem relação de anos. Mas o cancelamento já tinha saído da gráfica.
Lore, que é casada com Leo Santana e costuma mostrar o dia a dia com uma regularidade considerável nos stories, não deu satisfação além do “que chatice”. Nenhum comunicado oficial, nenhuma nota da assessoria, nenhum vídeo chorando com letreiro motivacional.
Às vezes a melhor estratégia de gestão de crise é tratar a crise como se ela fosse o que realmente é: uma chateação de segunda-feira de manhã que não merece mais do que um suspiro.
O vídeo continuou no ar. A funcionária, presumivelmente, continuou empregada. E Lore seguiu o dia.






