Deborah Secco levou arma na cara no trânsito e conta como escapou

Deborah Secco levou arma na cara no trânsito e conta como escapou

Deborah Secco foi ao podcast A Cúpula, de Felipe Titto, e saiu com uma confissão que a maioria das pessoas guarda pra si: já teve um revólver apontado para ela no trânsito. A culpa, segundo ela mesma, foi dela.

A situação aconteceu depois que ela fechou outro motorista enquanto dirigia falando ao celular. O cara saiu do carro com arma. Deborah não entrou em pânico, não acelerou, não discutiu. Baixou o vidro.

“Eu dirijo muito bem, mas sou um pouco desatenta. Então, às vezes, fecho uma pessoa ou outra. Já saiu gente para brigar. Abaixo o vidro e falo: ‘Ô, moço, me desculpa, eu dirijo um pouco mal'”, contou ela. E completou com a estratégia que usa pra esvaziar o climão: “Desculpa, eu sou ruim, moço. Não briga comigo porque sou ruim!”

Ela explicou que assume o erro imediatamente, antes que a coisa escale. E que as pessoas ficam “desnorteadas” quando abrem a janela pra xingar e reconhecem a atriz do outro lado. O que é, vou falar uma coisa, uma saída que pouquíssimas pessoas têm disponível.

Tem uma ironia bonita nisso tudo: Deborah Secco passa anos na pele de personagens que controlam tudo, e aí aparece num podcast assumindo que é desatenta no volante, que fecha carro, que provoca briga e que o plano de segurança é basicamente dar desculpa com cara de boazinha. Funcionou contra um revólver.

A entrevista foi divulgada nesta quinta-feira, 23, e o trecho do relato já circula nas redes. A maioria dos comentários oscila entre admiração pela estratégia e desconforto com o detalhe da arma, que ela mencionou com a leveza de quem conta história de engarrafamento.

Desculpa sincera desarmou o moço literalmente.