Quatro mulheres acusaram Jared Leto de conduta sexual criminosa quando elas eram adolescentes. O assunto virou documentário. E agora um ex-integrante da equipe de turnê do Thirty Seconds to Mars resolveu falar também, ao Page Six, com uma frase que vai ser difícil de esquecer.
“Ele não é uma boa pessoa. Não há alma por trás do olhar dele.”
A fonte descreveu o ambiente de trabalho nas turnês como desconfortável desde o início. Segundo o relato, Leto “transmitia uma energia horrível” e tornava qualquer interação quase impossível. “Era muito difícil conversar com ele, se é que ele tentava conversar conosco”, disse a testemunha.
O ex-colega de equipe também mencionou exigências que seriam no mínimo peculiares: assistentes precisariam manter portas abertas e carregar a capa do cantor. Pode parecer detalhe pequeno, mas o tipo de exigência que uma pessoa faz de quem depende dela diz bastante sobre como ela enxerga as pessoas ao redor.
Vou falar uma coisa: “não há alma por trás do olhar” é uma descrição pesada quando vem de alguém que passou tempo suficiente olhando pra esse olhar. Não é fã bravo na internet. É alguém que estava no ônibus da turnê, no camarim, no dia a dia.
As acusações contra Leto envolvem quatro mulheres e foram detalhadas em um documentário. O ator venceu o Oscar por “Dallas Buyers Club” e construiu décadas de imagem cuidadosamente calibrada entre artista excêntrico e celebridade cult. É exatamente esse tipo de persona que torna relatos assim difíceis de surfar na opinião pública por tanto tempo.
A fonte ao Page Six afirmou que as acusações que vieram a público não a surpreenderam. Nada foi dito explicitamente sobre os casos específicos, mas o subtexto era claro o suficiente.
Quem constrói esse nível de mistério ao redor de si mesmo às vezes está escondendo excentricidade. Às vezes está escondendo outra coisa.






