Suri Holmes pisou no palco do Festival Edinburgh Fringe com nome novo, figurino de época e uma semelhança física com o pai que o público não conseguiu ignorar. O detalhe irônico é que ela estava numa adaptação queer de Sonho de uma Noite de Verão, de Shakespeare, chamada Midsummer!, e o Tom Cruise em questão não foi convidado pra assistir.
Depois de mudar legalmente o sobrenome para Noelle, a jovem de 20 anos estreou profissionalmente usando Holmes, não Cruise. A decisão não foi acidental. Pai e filha não mantêm contato há mais de uma década, desde a separação de Katie Holmes e o afastamento da família da Cientologia.
Antes da estreia, ela chegou a passar mais de três horas em ensaios no local da apresentação. Quem estava por perto relatou que a semelhança com Tom Cruise é grande o suficiente pra fazer qualquer pessoa fazer uma pausa e olhar de novo.
Vou falar uma coisa: escolher uma peça queer como estreia, com o sobrenome da mãe, no palco do festival mais eclético do mundo, não parece coincidência de currículo. Parece declaração.
Katie Holmes acompanha a trajetória da filha de perto e teria apoiado a mudança de nome e a mudança de vida de Suri, incluindo a transição pra faculdade de teatro. O pai, segundo relatos, ficou devastado com o distanciamento, mas isso já é uma história antiga entre eles.
O Edinburgh Fringe é o maior festival de artes cênicas do mundo, onde novos talentos estreiam ao lado de nomes consagrados. Suri escolheu esse endereço pra aparecer pela primeira vez. O sobrenome Cruise ficou em outro andar.






