Marisa Orth, nudez e orgulho: atriz lança curta sensual e relembra Playboy de 1997

Marisa Orth, nudez e orgulho: atriz lança curta sensual e relembra Playboy de 1997

Marisa Orth não tem saudade da Playboy. Tem orgulho. A atriz revelou em entrevista à revista Quem que a edição de agosto de 1997, que vendeu cerca de 700 mil exemplares, é um dos trabalhos de que mais se orgulha na carreira. E essa conta ainda não fechou: ela acaba de protagonizar um curta-metragem adulto pela plataforma Amasso, com lançamento marcado para 30 de setembro.

O projeto é dirigido por Gringo Cardia, com codireção de Bárbara Paz. Literalmente, uma produção.

Marisa foi direta sobre o que a levou a topar o novo desafio: “Eu tenho um tremendo orgulho de ter feito a Playboy, dela ter vendido tanto, e sem dúvida foi por conta dessa experiência positiva que eu percebi que eu posso ter essa experiência que seja positiva também no Amasso.” Ou seja, a Playboy de 1997 foi basicamente a referência de currículo que ela apresentou pra si mesma antes de assinar o contrato.

O que ela fez questão de separar foi a nudez da autoestima. Posar sem roupa não resolveu insegurança nenhuma, segundo ela. “A autoestima é uma coisa que vem da primeira infância. Não foi a Playboy que melhorou ou piorou a minha autoestima”, explicou. Fez bem em deixar isso claro antes que alguém sugerisse a Playboy como terapia.

Tem um detalhe que ela contou em tom de brincadeira e que resume bem o clima da época: ao ver as próprias fotos da revista, sentiu uma espécie de inveja de si mesma. “Eu brinco que eu tinha inveja da minha própria Playboy, de pegar e falar: isso é qu…” A frase ficou pela metade na pauta, mas o argumento já estava de pé.

Aos 62 anos, Marisa chega ao novo projeto sem o peso de provar nada. A Playboy foi em 1997. O curta é em 2025. O orgulho, aparentemente, não tem data de validade.