Houve um tempo em que o fim de ano só era percebido pela população quando começava a passar as chamadas da TV Globo. Não só as tradicionais vinhetas comemorativas com o elenco festejando um novo dia de um novo tempo que começou, mas o anúncio dos especiais de fim de ano: o musical do Roberto Carlos, claro, e o derradeiro Globo Repórter – “Especial Retrospectiva”.

Na recapitulação dos “fatos que mudaram o mundo ao longo do ano”, geralmente, coisas que a gente nem lembrava. Catástrofes, conflitos, eventos mundiais, óbitos. E mais uma vez nos rendíamos à perspectiva da Rede Globo para ponderar os fatos significativos da humanidade.

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Só que, como todos sabem, no meio da segunda década do milênio, a “vênus platinada” não detém mais o monopólio da informação. Os fatos e suas notícias não passam mais exclusivamente na telinha do “plim-plim”, pelo contrário, atualmente costumam até demorar um pouco a chegar ali.

E se a informação “em tempo real” já não é mais uma exclusividade, tampouco seria sua compilação anual.

Portanto, para compreender os acontecimentos que fizeram o ano de 2015, antes mesmo do Sérgio Chapelin pensar em adentrar os estúdios, temos os documentos produzidos pelas novas gigantes de comunicação: Google, Facebook, Twitter e YouTube. Confira:

 

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Via Comunicadores.