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Dado o polêmico debate levantado nos comentários deste artigo, e em outro âmbito graças ao episódio mais legal de A Grande Família de todos os tempos (assista aqui), trago à roda opiniões e argumentos antagônicos sobre a questão da legalização da cannabis e sua manifestação pública, a Parada do Orgulho Maconheiro Marcha da Maconha.

Pra não gastar minha saliva com quem não quer conversar, um combo master de três vídeos categóricos, peremptórios e até mesmo pleonásticos sobre o assunto:

1) O Ministro do Meio Ambiente Carlos Minc discursa na Marcha da Maconha do Rio de Janeiro sobre a hipocrisia e o jogo de interesses por trás da legislação atual:

 

2) Mais recentemente, o deputado Paes de Lira, que assumiu a vaga de Clodovil, enquadra Carlos Minc por sua participação num movimento de apologia às drogas:

 

3) Já em idos de 2007, o escritor e comentarista político Arnaldo Jabor, abrilhantou a polêmica com belos argumentos:

 

BONUS TRACK:
Eu não ia nem tocar no assunto novamente, mas acabei de acordar e assistir numa inusitada reportagem do Bom Dia Brasil que os debates sobre alterações na lei de entorpecentes estão cada vez mais avançados nos Estados Unidos – quem duvidaria deste cara?

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Primeiro mundo é outra coisa (estou falando da manchete em “Cenas do Paraná”).

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E se alguém quiser reclamar, vá encher o saco da galera do Cadu, que é muito mais engajada.

2leep.com
Atire a primeira pedra:

Carlos Minc… Eu fico com um pé atrás, senão dois, em relação a esse sujeito.
Assume a vaga de Ministra que vinha buscando avanços na questão ambiental e, por desagradar aos interesses de muitos, foi posta em descrédito mesmo pelo Presidente; aparentemente, então, ele seria satisfatório a tais interesses. Ainda, a grande lambança do boi pirata (http://veja.abril.com.br/200808/p_138.shtml) – fracasso nos leilões e o gasto absurdo com a manutenção de um rebanho que vem diminuindo misteriosamente e leilões que não dão em nada.
Isso sem falar em sua vida pregressa. As polêmicas em torno da guerrilha, assaltos milionários e diversas ações criminosas (http://sauerkrautpomer.blogspot.com/2009/02/carlos-minc-baumfeld-jairjoseorlando.html).
Mas ainda assim (para não desqualificar prontamente o interlocutor) ele teria direito a expor sua afeição ou defender a liberalização da maconha, ao mesmo tempo em que não assiste razão ao Deputado quando tenta enquadrar como criminosa a marcha – restringindo-se ao pedido de liberalização e não convidando ou incitando ninguém ao uso, não há crime de apologia, mas exercício (ainda que eu não concorde com o fim) da liberdade de expressão.
E agora Jabor vem falar de drogas “leves” e “pesadas”? Amparado em quê? Em que estudo? Ou só na própria opnião?
Talvez fosse produtiva uma visita a clínica de reabilitação, ocasião em que perguntaria a dependente qual a sua porta de entrada no mundo das drogas. E ver o sofrimento dessa pessoa, assim como o de sua família.
Conversar, então, com os médicos (psiquiatras, pesquisadores) sobre os riscos de qualquer droga e sobre os danos por elas causados; o especialista pode não ser tão famoso e retórico quanto o cineasta, mas certamente terá boa carga de conhecimento científico para embasar suas palavras.

[...] do enorme sucesso que o legalizadíssimo Ministro do Meio Ambiente Carlos Minc fez num esfumaçado show de reggae, o próprio legítimo mandatário língua-presa da nação [...]

[...] o filho da Jamaica Depois do enorme sucesso que o legalizadíssimo Ministro do Meio Ambiente Carlos Minc fez num esfumaçado show de reggae, o próprio legítimo mandatário língua-presa da nação [...]

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