Astrid Fontenelle foi demitida do GNT em dezembro de 2025 depois de quase 20 anos na emissora. No podcast “Desculpa Alguma Coisa”, ela contou qual foi a justificativa oficial que recebeu: nenhuma de verdade.
A apresentadora disse que a explicação que chegou até ela foi vaga ao ponto de não explicar nada. Algo na linha de “o contrato não seria renovado” sem motivo claro, sem conversa, sem o mínimo de contexto para quem passou duas décadas construindo a grade do canal.
Ela não escondeu que ficou sem entender. Falou que nunca teve uma explicação real, que a “desculpa” que ouviu não fechava com nada que estava acontecendo na emissora, e que foi preciso ela mesma ir montando as peças do que poderia ter levado ao desligamento.
Vou falar uma coisa: quase 20 anos de casa e a conversa de saída não durou o suficiente pra tomar um café.
O que torna tudo isso mais estranho é o histórico. Astrid era uma das caras do GNT, tinha projetos rodando, presença consolidada. O tipo de nome que você não demite por e-mail corporativo, ou pelo menos não deveria. A ausência de explicação, nesse caso, já é uma explicação.
No podcast, ela também falou sobre os projetos que tinha na emissora e o que está fazendo agora. O tom dela não foi de ressentimento escancarado, mas de quem ainda está processando o absurdo de ter saído sem saber direito por quê.
A Globo, por enquanto, não se pronunciou sobre o assunto. O silêncio deles tem quase 20 anos de história pra responder.






