Olivia Wilde finalmente fala sobre a briga com Florence Pugh e o fim com Harry Styles


Olivia Wilde deu uma entrevista à The Cut durante a divulgação de seu novo projeto, “O Convite”, e usou o espaço para falar sobre duas coisas que a internet nunca deixou descansar: a suposta briga com Florence Pugh nos bastidores de “Don’t Worry Darling” e o relacionamento com Harry Styles.

Sobre Florence, Olivia negou que tenha existido qualquer briga de verdade. Segundo ela, os rumores de climão no set foram amplificados além do que de fato aconteceu, e a relação com a atriz nunca chegou ao ponto de rompimento que os tabloides descreveram. Ela não entrou em detalhes muito específicos, mas foi direta ao dizer que a narrativa que tomou conta da repercussão do filme não reflete o que viveu nos bastidores.

O mais comentado, porém, foi o trecho sobre Harry Styles. Olivia disse que não se arrepende do relacionamento, mas reconhece que a exposição pública do romance acabou ofuscando o próprio filme que ela dirigiu. Em outras palavras: o affair virou o protagonista de uma história em que ela queria ser a diretora.

Vou falar uma coisa: é meio irônico que “Don’t Worry Darling” tenha gerado mais conteúdo fora das telas do que dentro. O tapete vermelho de Veneza, a colher de salada, os boatos de briga, o término com Styles. O filme em si ficou em algum lugar no meio disso tudo.

Olivia também tocou na questão de ter sido julgada mais duramente por ser mulher na posição que ocupava, tanto como diretora quanto como alguém que estava namorando um dos integrantes do elenco. Ela não chegou a citar nomes ou episódios específicos, mas deixou claro que a cobertura do período foi, na opinião dela, desproporcional.

A entrevista tem esse tom de alguém que processou bastante coisa e está escolhendo com cuidado o que diz agora. Sem grandes revelações bombásticas, sem alfinetada explícita em Florence ou em Harry. Mais um acerto de contas com a narrativa pública do que uma abertura de jogo de verdade.

O problema é que quando você fica três anos em silêncio sobre uma treta que meio mundo acompanhou, qualquer resposta vai parecer insuficiente para metade das pessoas. O silêncio criou uma versão dela que a entrevista, sozinha, não desfaz.