Thaís Carla abriu o jogo no Instagram neste domingo: sim, ela usa caneta emagrecedora. A influenciadora contou que recebeu tantas perguntas sobre o assunto que resolveu responder de uma vez. “Muita gente perguntou se uso canetinhas emagrecedoras. Sim, mas as aprovadas pela Anvisa e com acompanhamento médico indicado para o meu caso”, afirmou no vídeo.
A revelação vem no meio de uma jornada que já passou de 100 kg perdidos, o que por si só já seria assunto. Mas a escolha de falar abertamente sobre o medicamento é o que virou pauta.
Quem esperava o roteiro tradicional de “só força de vontade e amor próprio” saiu sem essa. Thaís foi direta: o remédio existe, tem prescrição, tem dosagem definida por profissional, e mesmo assim não faz nada sozinho. “Nenhum medicamento faz milagre sozinho. O cuidado com a saúde envolve acompanhamento profissional, atividade física dentro da sua possibilidade e hábitos saudáveis”, completou.
Vou falar uma coisa: tem algo meio corajoso em admitir que usou medicamento numa época em que qualquer perda de peso expressiva ainda atrai o comentário “mas é natural?”, como se natural fosse um selo moral e não uma preferência de método.
Thaís antecipou a crítica e virou a mesa antes de alguém virar por ela. O argumento de que a caneta seria um “atalho” não cola quando a própria pessoa explica que o atalho ainda exige treino, acompanhamento e mudança de hábito. O medicamento entrou na conta, não substituiu a conta.
Ela também fez questão de lembrar que não é médica e que cada caso tem uma indicação diferente, reforçando que ninguém deve sair por aí se automedicando com base no que viu num vídeo de influenciadora. “Sempre defendi o respeito pelos nossos corpos e sempre vou defender”, encerrou.
A confissão funcionou porque não veio embrulhada em drama. Veio como informação. E aí fica a pergunta que o comentário de todo mundo estava fazendo sem falar em voz alta: se o resultado é real, por que o método incomoda tanto?






