Dolly Parton morreu nesta terça-feira, 25 de maio de 2026, aos 80 anos. A família confirmou a morte da cantora e atriz, e em poucas horas o presidente Donald Trump já tinha publicado no Truth Social e assinado uma ordem presidencial.
No post, Trump chamou Dolly de “uma das maiores cantoras country de todos os tempos, e muito além desse gênero” e decretou que as bandeiras dos Estados Unidos fiquem a meio-mastro em todo o território americano por uma semana inteira, a partir das 18h de terça. “Nunca houve ninguém como ela, e nunca haverá”, escreveu.
Vou falar uma coisa: quando Trump usa poder presidencial pra homenagear alguém, você sabe que a pessoa era grande de verdade.
Dolly Parton é daquelas figuras que transcendeu o country, o entretenimento e até a política americana. Republicanos e democratas brigam por absolutamente tudo, mas ninguém nunca brigou por causa de Dolly. Ela era um dos últimos pontos de consenso que o país tinha, e agora esse ponto sumiu.
O gesto de Trump tem o peso todo que ele quis dar: bandeiras baixas, decreto assinado, nota solene no Truth Social. A máquina simbólica da presidência funcionando a todo vapor por uma mulher de peruca loira e voz inimitável que vendeu mais de 100 milhões de discos sem nunca parecer que estava tentando impressionar ninguém.
Nos comentários pelo mundo todo, a linha foi a mesma: choque, nostalgia, e aquele tipo de tristeza que vem quando você percebe que uma pessoa era maior do que qualquer coisa que ela fez. Os tributos já estão chegando de todo lugar, e a semana vai ser longa.
Dolly Parton existiu 80 anos e saiu com bandeiras em seu nome. Poucos conseguem isso.






