Uma reunião no Salão Oval virou matéria-prima para uma das teorias mais criativas da internet em 2026. Jayme Leagh Franklin, ex-assessora da Casa Branca, estava com a mão próxima à barriga durante um encontro com Donald Trump na segunda-feira, 10 de junho, quando alguém no X decidiu que isso só podia significar uma coisa: ela estava dando choques elétricos no presidente dos Estados Unidos.
A teoria se espalhou com a velocidade característica de qualquer coisa absurda na internet. O usuário que iniciou o ciclo escreveu que Franklin teria “um botão instalado na barriga” e que, ao perceber que Trump estava cochilando, ela “move a mão e pressiona o botão que o acorda”. O apelido já estava pronto: “A Choque”.
Na quarta-feira, 12 de junho, Franklin respondeu diretamente no X. Sem rodeios, sem nota de assessoria. “Estou grávida, seus esquisitos”, escreveu, com emojis de risada.
Literalmente a melhor resposta possível para uma acusação dessas.
O que chama atenção no episódio é menos a teoria em si e mais a velocidade com que ela ganhou tração. Teve gente que achou que “faz sentido”, nas palavras do próprio autor do post. Outro perfil aproveitou para criticar a suposta cochilada de Trump durante a reunião, o que adicionou mais combustível à história.
Franklin saiu da Casa Branca e hoje comanda The Conservateur, uma publicação de estilo de vida pró-MAGA. O fato de ela ter precisado usar seu perfil pessoal para explicar que estava grávida, e não operando um controle remoto humano, diz bastante sobre onde chegou o nível do debate político nas redes.
A teoria da conspiração mais cara de 2026 foi resolvida com uma gravidez e um emoji de risada.






