Gianne Albertoni foi parada na imigração de uma ilha francesa no Caribe por carregar uma edição da revista “Playboy” na bagagem. O episódio, que ela relembrou na segunda-feira (24) no programa “Sensacional”, da RedeTV!, quase terminou em deportação. A saída foi sugerir aos agentes que jogassem o exemplar no lixo.
A ex-modelo estava em plena fase de carreira na época e levava a revista para ler uma entrevista específica. Ela mesma explicou que não se lembrava nem de quem estava na capa. “Eu não lembro quem estava na capa. Tinha comprado para ler uma entrevista que queria. Lembra que na ‘Playboy’ tinha aquelas páginas amarelas? Então”, contou a Daniela Albuquerque durante o bate-papo.
O detalhe das páginas amarelas é o tipo de coisa que a turma que cresceu nos anos 90 vai entender sem precisar de explicação. Quem precisar googlar, boa sorte.
A abordagem aconteceu no desembarque. Um agente de imigração identificou a revista e o clima mudou ali. Gianne não entrou em pânico, foi direta: jogou fora e resolveu. Entrada garantida.
Ninguém estava esperando que uma revista de entrevistas fosse o grande obstáculo alfandegário da carreira dela, mas a vida de modelo internacional guarda esse tipo de surpresa. A mesma pessoa que desfilava para as maiores marcas do mundo quase ficou retida num aeroporto caribenho por causa de uma publicação que, ironicamente, ela nem lembrava quem estampava.
Gianne contou o episódio com bastante naturalidade, como quem já digeriu a situação há tempo. A reação da internet foi na linha de “isso só podia acontecer com ela”, com comentários sobre o absurdo de um país barrar alguém por uma revista comprada para ler entrevista.
Uma “Playboy” foi mais longe na alfândega do que muita mala de trinta quilos já chegou.




