O relatório do Gabinete do Médico Legista do Condado de Greenville, na Carolina do Sul, divulgado pelo TMZ na quarta-feira 23, descreve o estado em que Hayden Panettiere foi encontrada: pele “profundamente arroxeada”, com entorpecentes e apetrechos de uso ao alcance.
Na mesa perto do corpo, as autoridades localizaram comprimidos prensados azuis que testaram positivo para fentanil e um canudo cortado. Na mala da atriz, dentro de um estojo de óculos, havia um pó branco. Não ficou perto do corpo por acidente.
O então namorado de Hayden, Brian Hickerson, e o irmão dele, Zach, estavam no local quando as autoridades chegaram. Os dois já estavam administrando Narcan, medicamento usado para reverter overdoses de opioides, e fazendo reanimação cardiopulmonar. O legista sênior responsável pelo caso entrevistou os dois.
Segundo o relato de um deles ao legista, Hayden ainda estava se maquiando por volta das 10h30 da manhã do dia 16 de agosto. O irmão disse que voltou a dormir e foi acordado pouco depois por batidas na porta. O que veio a seguir está no laudo.
O detalhe que pesa mais é o contexto: o relatório confirma que a atriz havia passado por uma clínica de reabilitação semanas antes da morte. Ninguém comentou isso enquanto ela ainda estava viva.
Hayden tinha 35 anos e ficou conhecida mundialmente pela série Heroes e pela franquia Bring It On. A causa da morte já havia sido confirmada anteriormente, e o laudo agora acrescenta os detalhes físicos e materiais que compõem o quadro completo.
Vou falar uma coisa: quando uma clínica de reabilitação entra no relatório de perícia como “semanas antes”, é porque o intervalo foi curto demais pra qualquer final diferente.
O representante da família já havia descrito a investigação como “complexa”. O laudo explica o porquê.






