O escritório forense do condado de Greenville, na Carolina do Sul, concluiu a autópsia de Hayden Panettiere e liberou o corpo para a família, que o recebeu por meio de uma funerária privada. A atriz morreu no domingo, 16 de agosto, poucos dias antes de completar 37 anos.
O laudo inicial não apontou sinais de violência ou traumatismos. Mas o médico legista deixou claro que as investigações continuam: autoridades ainda apuram se a causa da morte foi uma doença cardíaca ou uma overdose. Os resultados dos exames toxicológicos, que vão responder essa pergunta, ainda não foram divulgados.
O que escalou o caso foi a entrada da DEA. A agência antidrogas dos Estados Unidos, segundo o TMZ, já tem agentes trabalhando ao lado da polícia local. O objetivo é investigar um possível fornecimento de substâncias. Viu o nivel: a morte de uma atriz passou de ocorrência local pra investigação federal em menos de uma semana.
Não é a primeira vez que a DEA se envolve em mortes de celebridades. Em 2023, o departamento já havia auxiliado em investigações similares, rastreando a cadeia de fornecimento por trás de overdoses de figuras públicas.
Por enquanto, a família recebeu o corpo e o laudo definitivo ainda não tem data. A DEA no caso muda a natureza da investigação: se a hipótese de overdose se confirmar, a pergunta que vai importar não é só o que ela tomou, mas quem forneceu.






