Brasileira condenada na Coreia por perseguir Jungkook do BTS 22 vezes

Brasileira condenada na Coreia por perseguir Jungkook do BTS 22 vezes

Uma brasileira de 30 anos foi condenada pela Justiça da Coreia do Sul após perseguir Jungkook, integrante do BTS, com uma frequência que a própria denúncia precisou documentar numericamente: 22 visitas à residência do cantor em menos de um mês. A sentença foi proferida por um tribunal de Seul e inclui medidas restritivas relacionadas ao episódio de stalking.

O caso começou quando ela foi detida tentando invadir o apartamento de Jungkook na capital sul-coreana. As autoridades registraram ao menos 22 tentativas de acesso ao local num período de cerca de 30 dias, o que transformou o episódio de fã obcecada em processo criminal documentado.

A Coreia do Sul tem legislação específica contra stalking em vigor desde 2021, com penas que incluem detenção e restrição de aproximação. O tribunal aplicou as medidas ao caso, que ganhou repercussão por envolver um dos artistas mais famosos do mundo e uma perseguidora vinda do Brasil.

Vinte e duas vezes. Em trinta dias. Alguém calculou a média e é praticamente uma visita a cada dia e meio.

O detalhe que todo mundo ficou repetindo nos comentários é esse número. Porque uma invasão já seria caso de polícia. Duas já seriam preocupantes. Vinte e duas viram estatística de perseguição, e foi exatamente assim que o tribunal tratou: como dado objetivo, não como excesso de entusiasmo.

O BTS tem uma das fandoms mais organizadas do planeta, e a maioria dos fãs brasileiros reagiu ao caso com desconforto, distanciando o comportamento da mulher de qualquer coisa que chamem de cultura de fã. A discussão nos posts sobre o assunto foi menos “defendendo ou atacando” e mais “isso tem nome e nome é stalking”.

Jungkook estava cumprindo o serviço militar obrigatório sul-coreano no período dos episódios, o que adicionou uma camada extra de atenção ao caso: invadir a residência de alguém que nem está presente regularmente no local exige um nível de planejamento que os documentos do processo descrevem com precisão.

A sentença da Coreia não foi divulgada em detalhes completos até o fechamento desta publicação, mas o tribunal confirmou a condenação e as medidas restritivas. A brasileira responde pelo caso no país onde o crime foi cometido, sem previsão de extradição.

Vinte e duas vezes é a frase que ficou. O resto é consequência jurídica.