Céline Dion chegou a Paris nesta sexta-feira, 28 de agosto de 2026, e a França parou. Literalmente: uma multidão esperava do lado de fora do Royal Monceau, hotel de luxo pertinho da Champs-Élysées, gritando “Céline, nós te amamos!” enquanto ela desembarcava de óculos escuros e sobretudo.
O retorno é real. A cantora canadense de 58 anos anunciou 16 shows em Paris ao longo de setembro e outubro, com mais 10 datas já marcadas para maio. São os primeiros concertos desde março de 2020, ou seja, seis anos fora dos palcos.
O motivo do afastamento não é segredo: desde 2022, Céline enfrenta a síndrome da pessoa rígida, uma condição neurológica incurável que provoca rigidez muscular e espasmos dolorosos. O tipo de coisa que colocaria qualquer mortal em pausa permanente.
Mas Céline não é qualquer mortal. Quem esqueceu disso recebeu um lembrete em julho de 2024, quando ela apareceu na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris e cantou do alto da Torre Eiffel num dos momentos mais assistidos daquele ano.
Na chegada ao hotel, ela falou rapidinho com a BFMTV: “Sempre me senti apoiada desde o primeiro dia, e essa história continua.” Depois completou: “É verdade que esta é a minha segunda casa. Sou grata por vocês estarem aqui.”
Vou falar uma coisa: tem artista que anuncia comeback todo ano como estratégia de marketing. Céline ficou seis anos sumida com uma doença neurológica incurável e ainda assim a França foi esperar na calçada do hotel.
O vínculo com o país vem desde os anos 1980, quando a carreira dela decolou por lá antes de conquistar o resto do mundo. Paris não é só destino de tour, é parte da mitologia dela.
Agora faltam semanas para os primeiros shows, e a pergunta que todo mundo está fazendo é a mesma: como ela vai estar no palco? A resposta chega em setembro. A fila de curiosos já começou na calçada do Royal Monceau.






