Isabel Teixeira contou no Que História é Essa, Porchat? uma história que qualquer mãe lê e fica com o coração na mão: ela esqueceu as chaves dentro do carro com o filho bebê trancado lá dentro, em São Paulo. Parou tudo.
A atriz descreveu o desespero dos minutos que se seguiram. Criança pequena, carro fechado, sol e aquele pânico que não deixa pensar direito. O tipo de situação que vira anedota só muito tempo depois, quando todo mundo já está bem e você já dormiu pelo menos umas dez vezes desde então.
O desfecho, ela contou, veio de um lugar que ninguém esperava. Um bombeiro apareceu, conseguiu abrir o carro e a história terminou sem tragédia, só com aquele frio na barriga que fica por dias. Isabel não escondeu que o susto foi real e que a sensação de impotência naquele momento foi uma das piores que já viveu.
Vou falar uma coisa: a forma como ela contou, com aquela mistura de vergonha e alívio de quem sobreviveu ao constrangimento máximo da maternidade, foi o que fez a entrevista circular. Tem algo muito honesto em uma atriz de novela contando que perdeu o controle numa tarde comum em São Paulo.
Isabel Teixeira ficou conhecida do grande público como Maria Bruaca em Pantanal, personagem que dominou o assunto nas redes por meses. Mas a cena do carro, sem roteiro e sem câmera de diretor, pode ser o papel mais humano que ela já interpretou.
O desespero durou uns minutos. A história vai durar pra sempre no repertório dela.






