Júlia Bossoni foi à montanha-russa Montezum, no Hopi Hari, em Vinhedo, interior de São Paulo, e saiu de lá com traumatismo cranioencefálico. Ficou 57 dias internada. Meses depois, ainda enfrenta sequelas físicas e neurológicas.
O caso veio à tona depois que imagens de câmeras de segurança do parque foram divulgadas pelo Fantástico, da TV Globo, no domingo 20. As gravações mostram Júlia momentos antes de entrar na atração e logo depois do acidente.
Ela e o companheiro, João Pedro Bossoni, tinham viajado de Londrina, no Paraná, especificamente para visitar o parque. No mesmo dia, foram à Montezum duas vezes. Na primeira, nenhum problema. Na segunda, eles tinham acabado de ganhar um acesso VIP promocional. “A gente foi a primeira vez, não teve problema”, contou João Pedro ao programa.
Antes de embarcar na segunda vez, o casal chegou a gravar um vídeo mostrando os rostos, que a reportagem descreveu como “apreensivos”. O que veio depois está nas mãos do Ministério Público de São Paulo, que abriu investigação e pediu perícia na atração.
Ninguém comentou muito sobre o detalhe do acesso VIP que motivou a segunda volta, mas ele está lá, no meio da história.
A família busca perícia independente para entender o que pode ter falhado durante o passeio. O Hopi Hari não se pronunciou publicamente sobre o caso até o momento da reportagem do Fantástico.
Enquanto isso, Júlia segue em recuperação, com sequelas que a reportagem não detalha, mas que a família descreve como físicas e neurológicas. Uma viagem a um parque de diversões que virou 57 dias de UTI e ainda não tem resposta oficial.






