A mãe de Hayden Panettiere falou. E quem esperava um lamento discreto recebeu uma acusação direta ao ex-namorado Brian Hickerson, o homem que estava ao lado da atriz quando ela morreu, aos 36 anos.
Em entrevista à NBC News, Lesley Vogel quebrou o silêncio sobre a morte da filha e foi precisa sobre a quem direcionar sua raiva: “A pessoa que estava na vida dela, e de quem tentávamos afastá-la há muito tempo, estava com ela quando ela morreu. Essa pessoa é Brian Hickerson.”
Lesley revelou que a família vinha tentando afastar Hayden de Hickerson faz tempo. A permanência dele na vida da atriz foi descrita como um fator “angustiante” para quem estava de fora assistindo. E a frustração de não ter conseguido mudar isso ficou evidente em cada palavra.
Ao mesmo tempo, a mãe lembrou quem a filha era antes de tudo isso. Descreveu Hayden como “incrivelmente talentosa” e apontou as pressões de Hollywood como o ponto de partida da desestabilização emocional. Lesley estava distanciada da filha, e esse detalhe transforma o depoimento em algo ainda mais pesado: uma mãe que viu de longe, tentou agir, e não conseguiu.
Vou falar uma coisa: poucos desabafos recentes de família de celebridade foram tão cirúrgicos em nomear o responsável. Lesley não insinuou. Ela disse o nome.
Hayden ficou conhecida pelo papel de Claire Bennet em Heroes e construiu uma carreira expressiva desde a infância. Hickerson tem um histórico público com a atriz que inclui uma condenação por agressão contra ela em 2021. Ele foi preso, cumpriu pena e, segundo o relato da mãe, nunca saiu de vez da história.
A entrevista à NBC foi o primeiro pronunciamento público de Lesley desde a morte da filha. Curta demais para cobrir tudo, longa o suficiente para deixar claro onde ela coloca a culpa.
A família tentou afastá-la. Hollywood fez o trabalho dela. E Brian Hickerson estava lá no fim.






