Marina Ruy Barbosa reage às piadas do “Altas Horas” e aprova análise sobre seu jeito de falar

Marina Ruy Barbosa reage às piadas do "Altas Horas" e aprova análise sobre seu jeito de falar

Marina Ruy Barbosa foi ao Altas Horas no sábado, 22 de agosto de 2026, divulgar Antártida, novo filme de suspense que abriu o Festival de Cinema de Gramado. Saiu de lá com outro assunto na frente: o jeito pausado, calmo, quase em câmera lenta com que falou com Serginho Groisman viralizou imediatamente.

O post que resumiu tudo veio de um perfil no X: “Não tô aguentando a Marina Ruy Barbosa falando na velocidade 0,5.” O vídeo se espalhou, as comparações chegaram, as piadas também. Aquele tipo de viral que a pessoa não convida e que aparece assim mesmo.

Na segunda-feira, 24, a revista Veja publicou uma análise com o título “O que piada com Marina Ruy Barbosa diz sobre nossos tempos acelerados”, colocando o episódio em perspectiva e evocando até uma participação antiga de Fernanda Torres no mesmo programa. Marina leu. Curtiu. E explicitamente elogiou o texto nas redes.

Vou falar uma coisa: tem gente que viralizaria por isso e sumiria por três dias. Marina virou curadora de conteúdo sobre si mesma.

O contraplano da atriz foi preciso. Em vez de ignorar ou se defender, ela abraçou a leitura mais generosa da situação, aquela que transforma a piada em comentário cultural sobre ansiedade coletiva e velocidade de consumo. Resultado: saiu do episódio parecendo mais inteligente do que qualquer um que fez a piada.

Ironicamente, o filme que ela foi divulgar se chama Antártida, e a vibe dela no programa era exatamente essa: fria, calma, no próprio ritmo. Coincidência de divulgação ou método? A internet ainda está processando.

Marina Ruy Barbosa foi ao Altas Horas falar de suspense e saiu sendo o próprio mistério.