Pai de Gigi Hadid posta IA no lugar da filha no Met Gala 2026

Pai de Gigi Hadid posta IA no lugar da filha no Met Gala 2026

Mohamed Hadid abriu o Instagram, viu umas fotos da filha arrasando na Met Gala 2026 e postou com orgulho de pai. O único problema: Gigi Hadid nessas fotos nunca existiu. As imagens eram geradas por IA, e ele não percebeu.

O post foi com elogio ao look e tudo. Aquele tipo de comentário carinhoso de pai babão que normalmente é fofo. Só que o vestido que ele estava elogiando era de pixel, o cabelo era de algoritmo, e a filha ali retratada era uma versão inventada por algum gerador de imagem que a internet usa pra passar o tempo.

Ninguém da família avisou. Nenhum assessor pegou o telefone. A internet teve que fazer o trabalho.

Quando os comentários começaram a apontar o óbvio, o post saiu do ar. Mas print vazado não tem deletar que resolva, e as imagens já tinham viralizado com uma velocidade que só coisa constrangedora consegue.

O que torna isso tão bom de assistir é o detalhe específico: Mohamed Hadid não é um seguidor qualquer que confundiu fan art com foto real. É o pai. A pessoa que em tese conhece o rosto dessa mulher desde que ela nasceu, que esteve em todos os momentos que importaram, que tem acesso direto. E mesmo assim olhou pra uma Gigi de inteligência artificial e disse “minha filha arrasou”.

Tem gente que vai ao Met Gala e vira meme. O pai de Gigi conseguiu virar meme sem sair de casa.

A Met Gala 2026 já tinha sua cota de looks que paravam o scroll, looks que confundiam, looks que dividiam. Mas a contribuição mais comentada da família Hadid acabou sendo uma imagem que nunca pisou no tapete vermelho.

Vou falar uma coisa: num evento onde metade dos looks já parece gerado por IA, talvez a confusão seja mais compreensível do que parece. Talvez. Mas “talvez” não salva o post deletado.

A Gigi real estava lá, com look real, provavelmente sem saber que o pai estava em casa elogiando uma versão digital dela. Quando ficou sabendo, a reação não veio a público. O silêncio, nesses casos, já diz o suficiente.

Tem erros que qualquer um pode cometer. Mas poucos têm a especificidade poética de um pai que não reconheceu a própria filha.