Paolla Oliveira expõe choque ao receber vídeo deepfake pornô com seu rosto

Paolla Oliveira expõe choque ao receber vídeo deepfake pornô com seu rosto

Durante uma gravação, Paolla Oliveira recebeu no celular um vídeo pornográfico falso com seu próprio rosto. Ela contou o momento com todas as letras: “Eu gelei, fiquei branca, minha perna amoleceu.”

O vídeo era deepfake, ou seja, gerado por inteligência artificial usando a imagem da atriz sem qualquer consentimento. Paolla sabia que o conteúdo era falso. Isso não mudou muita coisa.

“Você sabe que não é você, mas não tem como fazer nada sobre aquilo”, disse ela. Aí está o ponto mais pesado do relato: a certeza de que é mentira não devolve o controle pra quem tem a imagem circulando.

Paolla afirmou que lida com esse tipo de material há anos. Existem fotos e vídeos atribuídos ao nome dela que ela nunca produziu, e que seguem sendo compartilhados como se fossem reais. A velocidade com que esse conteúdo se espalha é o que ela chama de “proporção que passa dos limites”.

O relato foi feito publicamente como parte de um esforço dela de nomear o problema: deepfakes pornográficos são crime digital, e atingem mulheres com uma frequência que raramente aparece com nome e sobrenome de quem sofre. Paolla colocou o nome.

Ninguém comentou, mas receber esse tipo de coisa durante uma gravação, no meio do dia de trabalho, diz muito sobre como esse conteúdo chega: sem aviso, de qualquer pessoa, a qualquer hora.

A atriz não detalhou quem enviou o vídeo ou se houve ação legal. O que ela fez foi descrever a sensação com precisão suficiente pra quem nunca passou por isso entender o peso, e pra quem já passou reconhecer sem precisar explicar nada.

Deepfake pornô com imagem de celebridade todo mundo já ouviu falar. Ouvir de quem recebeu o próprio vídeo, ao vivo, no meio de um dia normal de trabalho, é diferente.