Wanessa Camargo gravou um show inteiro na Qualistage, no Rio, em novembro de 2025, e resolveu transformar em álbum audiovisual dividido em três atos: “Lagarta”, “Casulo” e “Borboleta”. O primeiro deles, “Metamorfose – Ato 1 – Wanessa Camargo ao Vivo no Rio”, chega às plataformas na sexta-feira, 21 de agosto.
O conceito é literal: o figurino do show evoca asas de borboleta, o nome do projeto se chama Metamorfose, os atos seguem a trajetória do inseto. Wanessa foi ao fundo na metáfora e levou o visual junto.
Esse primeiro ato reúne dez músicas da fase inicial da carreira, cobrindo o período de 2000 a 2004, quando ela gravava versões em português de sucessos internacionais pela BMG. Três delas aparecem já neste lançamento: “Apaixonada por você”, parceria de Zezé Di Camargo e Junno Andrade lançada em 2000, “O amor não deixa” e “Eu posso te sentir”, ambas também do mesmo ano e ambas adaptações de músicas estrangeiras.
No total, o projeto “Metamorfose” vai juntar cerca de 40 músicas distribuídas nos três atos, percorrendo 25 anos de carreira iniciada lá em 2000 com o primeiro álbum. É retrospectivo, é visual, é audiovisual. Vou falar uma coisa: é bastante Wanessa Camargo fazer uma celebração de carreira com figurino de borboleta e chamar de “Lagarta” o capítulo onde está a fase que ela provavelmente mais quer superar.
A escolha de lançar em partes também não é inocente. Três lançamentos distintos, três momentos de atenção, três fases da carreira embaladas em conceito visual. A lagarta vira casulo vira borboleta, e a internet acompanha cada etapa como se fosse série.
Vinte e cinco anos de carreira divididos em três atos audiovisuais, com figurino que literalmente voa. Wanessa não fez um DVD. Fez uma saga.






