Badarik González, ex-marido de Mariana Maffeis e ex-genro de Ana Maria Braga, sentou no sofá do Melhor da Tarde, da Band, na última quinta-feira, e resolveu contar a versão dele. Falou sobre ciúmes, sobre as discussões do casamento e, claro, sobre a medida protetiva que Mariana pediu à Justiça para mantê-lo longe dela e dos filhos.
O professor de ioga colombiano negou qualquer crime, mas admitiu o ciúme sem muita resistência. E foi além: trouxe Ana Maria para o meio da explicação, num movimento que exige atenção.
“A Ana, eu gosto muito dela, mas a avó é presença, não presente”, disse ele ao vivo, no programa. A frase veio num contexto em que falava sobre a situação emocional dos filhos e sobre querer ser um “bom presente” para a família. Mas jogar isso numa entrevista sobre medida protetiva, acusações de furto e agressão tem um timing, no mínimo, peculiar.
O casamento entre Badarik e Mariana acabou em meio a uma série de acusações pesadas: furto de anel, agressão e importunação. Mariana acionou a Justiça e conseguiu a medida protetiva. Ele foi ao programa negar tudo isso, mas a narrativa saiu um pouco torta quando ele mesmo confirmou o ciúme e ainda descreveu a situação como “estou preso, estou maltratado”.
Vou falar uma coisa: homem que abre entrevista sobre processo judicial com crítica à sogra famosa está jogando num nível de risco considerável.
A separação de Mariana Maffeis e Badarik virou uma das tretas mais comentadas do ano justamente pelo peso das acusações envolvidas. Ela com quatro filhos, medida protetiva ativa, e o ex em rede nacional tentando recontar a história. O colombiano saiu do estúdio sem confirmar nenhuma das acusações, mas também sem desmentir o ciúme, sem desmentir as brigas e sem desviar da frase sobre a avó.
Ana Maria Braga, até o momento, não comentou publicamente.
O silêncio dela vale mais do que qualquer entrevista ao Melhor da Tarde.






