Filha de Ana Maria rebate: “Radical não, só prefiro sem TikTok”

Filha de Ana Maria rebate: "Radical não, só prefiro sem TikTok"

Ana Maria Braga foi ao ar, chamou a criação dos próprios netos de “radical” e achava que a conversa ia ficar por aí. Não ficou.

Mariana Maffeis, filha da apresentadora, foi à revista Quem esclarecer o que virou assunto. A versão dela: o estilo de criação que a mãe descreveu como radical é, na prática, basicamente tirar as crianças do ciclo de telas o dia inteiro. Sem TikTok, sem YouTube no almoço, sem tablet como babá. Mais do que isso ela não reconhece.

“Ninguém aqui vive em caverna”, resumiu a ideia geral da resposta de Mariana, que fez questão de desmitificar a imagem de família isolada do mundo que ficou no ar depois da fala da mãe.

O contexto ajuda a entender o climão. Ana Maria é literalmente apresentadora de televisão há décadas. Sua relação com telas é profissional, diária e muito bem remunerada. Então quando ela chama de “radical” a escolha da filha de reduzir o tempo das crianças em frente às telinhas, a ironia se instala sozinha, sem precisar de ajuda.

Mariana não chegou a confrontar a mãe diretamente, mas foi específica o suficiente para deixar claro que a versão pública do episódio ficou distorcida. Ela explicou que os filhos têm contato com tecnologia, só que com limites, o que em 2026 já é considerado radical por pelo menos metade das avós do Brasil.

Ninguém comentou, mas a entrevista saiu na Quem e não em conversa de WhatsApp familiar. Alguma coisa precisava ser dita.

O que fica aqui é uma dinâmica bem conhecida: mãe fala sobre a filha na televisão, filha responde na imprensa, e de repente a criação de duas crianças vira pauta nacional. A diferença é que, nesse caso, quem abriu o jogo primeiro foi quem tem câmera no rosto todo dia.

Ana Maria Braga passou décadas ensinando o Brasil a cozinhar, criar filhos e viver melhor. Agora a filha ensina ela a não comentar a criação dos netos em rede aberta.