O Ministério Público do Condado de Los Angeles confirmou à revista People: Celeste Rivas, de 14 anos, não estava grávida no momento em que foi assassinada, em abril de 2025. A dúvida tinha surgido depois que uma alteração na certidão de óbito da adolescente gerou especulações sobre uma possível gravidez no momento do crime.
O esclarecimento veio poucos dias após uma audiência preliminar em que os promotores apresentaram um histórico de aproximadamente 18 meses de mensagens trocadas entre Celeste e o cantor D4vd, acusado do assassinato.
E as mensagens pesam. Segundo a acusação, as conversas abordavam atrasos menstruais, ovulação, uso da pílula do dia seguinte e uma possível gestação. Os promotores afirmam que Celeste engravidou do cantor e realizou um aborto em janeiro de 2024, quando ela tinha 13 anos e D4vd, 18.
Nos meses seguintes, o relacionamento entre os dois teria se deteriorado. Na véspera do crime, Celeste teria ameaçado expor D4vd e, nas palavras atribuídas a ela nas mensagens, “destruir sua carreira”. Era uma adolescente de 14 anos dizendo que ia contar o que sabia.
Dezoito meses de conversa guardados no celular viraram a principal linha do tempo da acusação.
A investigação ainda aponta que evidências relacionadas ao caso seguem desaparecidas, segundo relatos divulgados durante a audiência. O Ministério Público não detalhou quais itens ainda estão sendo buscados, mas a informação indica que o processo está longe de encerrado.
O caso D4vd já estava pesado antes de qualquer audiência: cantor jovem, fã morta, histórico de mensagens comprometedoras e uma certidão de óbito que alguém resolveu alterar. A confirmação de que Celeste não estava grávida no momento da morte fecha uma especulação, mas abre outras perguntas que os promotores de Los Angeles ainda estão tentando responder.






