Uma internauta resolveu fazer as contas da pensão de Neymar olhando para as etiquetas da filha dele. O resultado foi uma resposta de Amanda Kimberlly que a internet já está usando como manual.
O comentário dizia, mais ou menos, isso: “De duas uma, ou a Kimberlly tá guardando todo esse dinheiro em poupança pra Helena ou ela acha que a pensão é só pra ela, porque eu só vejo essa menina com roupa de 50 reais.” Direto, ousado e, olha, bastante audacioso.
Amanda não deixou pra lá. Respondeu nos comentários chamando a pessoa de “fã”, e com razão: “ou essa pessoa não é mãe ou é mais um perfil que não gosta de mim, mas acompanha absolutamente tudo o que eu faço, como se fosse meu maior fã. Até a etiqueta dos looks da minha filha ela corre para conferir.”
Depois da ironia, veio a explicação: criança perde roupa rápido, ela gosta das roupinhas mais em conta, e isso é uma escolha dela como mãe. Argumento razoável para qualquer pessoa que já tentou manter um guarda-roupa infantil intacto por mais de duas semanas.
O que chama atenção aqui é menos a pensão e mais o nível de auditoria que algumas pessoas aplicam na vida de quem elas dizem não gostar. Criar conta, seguir perfil, ler legenda, analisar etiqueta, escrever comentário calculando o valor do look. Isso é dedicação.
Vou falar uma coisa: rastrear o preço da blusa de uma criança de 2 anos pra provar um ponto sobre o patrimônio do Neymar é um esforço que merecia ser direcionado a outras coisas.
Helena completou 2 anos recentemente e ganhou festinha em casa. As roupas do aniversário, presumivelmente, ainda não foram auditadas.
A resposta de Amanda foi curta, certeira e não precisou de advogado. Às vezes a melhor defesa é chamar o crítico de fã e seguir em frente.






