Anitta estava lá. Na noite de 12 de junho de 2026, o SoFi Stadium em Los Angeles abriu a Copa do Mundo com uma cerimônia que reuniu LISA, Rema, Tyla e Future no mesmo palco, e a brasileira estava no meio desse grupo sem nenhum sinal de que estava no lugar errado.
O evento antecedeu a partida de estreia dos Estados Unidos contra o Paraguai, e a escolha do line-up deixou claro que a FIFA foi buscar nomes que representassem o alcance global do torneio. LISA, ex-BLACKPINK, trouxe o k-pop. Rema e Tyla vieram com o afrobeats. Future representou o rap americano. E Anitta ficou com o slot que, vamos ser honestos, era o mais óbvio e o mais disputado: a voz do Brasil num palco que o mundo inteiro estava assistindo.
Olha o nível da companhia. Não é abertura de show de virada de ano em Copacabana. É o evento de abertura da Copa do Mundo, transmitido para mais de 200 países, numa arena com capacidade para 70 mil pessoas que naquela noite estava lotada de gente que sabia exatamente quem era cada um dos artistas.
A apresentação da cantora carioca incluiu seus maiores hits internacionais, com produção visual à altura do evento. A energia no estádio durante a passagem dela foi registrada em vídeo por quem estava presente, e os comentários nas redes foram na linha de “ela mandou bem demais” e “orgulho nacional”, com o tipo de reação que mistura patriotismo com surpresa genuína, mesmo pra quem já acompanha a carreira dela há anos.
Essa é, provavelmente, a maior cerimônia de abertura de evento esportivo já transmitida para o Brasil com um brasileiro no palco principal. Não tem Copa do Mundo sem a bola, não tem essa abertura sem Anitta.
A brasileira que passou anos dizendo que queria “conquistar o mundo” acabou sendo escalada pela FIFA pra literalmente abrir o maior torneio do planeta. O mundo escolheu ela também.






