Erika Januza abriu a casa no Recreio dos Bandeirantes e mostrou o resultado de quatro anos de obra. Quatro. Anos. A reforma que a atriz chama de “projeto de vida” virou literalmente isso: um projeto que atravessou governo, pandemia e provavelmente algumas crises existenciais no caminho.
O imóvel tem estúdio próprio, adega e uma série de detalhes que ela descreveu como “cheios de significado”. Pelos vídeos, dá pra entender o que isso quer dizer: cada canto parece ter sido pensado com uma intenção, não só decorado pra ficar bonito na foto.
O estúdio chama atenção. Erika já é conhecida pela carreira além da atuação, e ter o espaço dentro de casa é o tipo de decisão que diz mais sobre uma pessoa do que qualquer entrevista. A adega é o complemento lógico: terminar um dia de trabalho sem sair do próprio endereço.
Vou falar uma coisa: quatro anos de reforma é tempo que já faria muita gente desistir do sonho e assinar um contrato de aluguel por tempo indeterminado. Erika esperou, e o resultado é o tipo de casa que faz o algoritmo parar.
A atriz contou bastidores da reforma na reportagem para a Marie Claire, com fotos de Lília Mendel. Nos vídeos circulando nas redes, ela aparece nos cômodos explicando as escolhas, e fica claro que cada detalhe passou pelo crivo dela, não só pelo do arquiteto.
O Recreio dos Bandeirantes é um endereço que combina com a proposta: longe do centro, perto do mar, com o tipo de silêncio que uma pessoa que trabalha com imagem e som ativamente escolhe. Não é onde você mora quando quer ser visto o tempo todo.
Quatro anos de obra, uma adega, um estúdio e a sensação de que Erika Januza demorou pra entregar porque sabia exatamente o que queria entregar.






