Giulia Costa foi ao podcast “Pé No Sofá” e entregou um detalhe sobre a criação que Flávia Alessandra dava em casa: quando descobria que a filha tinha mentido, a atriz não proibia nada. Ela se afastava.
Segundo Giulia, a mãe simplesmente parava de conversar com ela por um tempo, criando aquele clima de distância que, segundo a influenciadora, era muito pior do que qualquer castigo convencional. “Pior do que ficar sem celular”, ela disse, e completou: “Não esqueço isso.”
Faz sentido. Tirar o celular a criança resolve em três dias. Tirar a proximidade da mãe resolve em… nunca, na verdade, porque a culpa fica.
O que Giulia descreveu não é exatamente novidade em teoria de educação, mas soa diferente quando vem de uma filha de atriz famosa que poderia muito bem ter crescido num ambiente sem nenhuma consequência pra nada. Flávia Alessandra claramente escolheu o castigo que mexe com o emocional, não com a agenda.
A parte que mais chamou atenção nos comentários foi o tom com que Giulia falou: sem ressentimento, com aquela admiração de quem cresceu e entendeu o método. Literalmente ela estava elogiando a punição que mais a machucou.
Giulia tem 25 anos e ainda lembra do distanciamento da mãe como o episódio mais marcante da criação. Isso diz bastante sobre o quanto funcionou.
O episódio do “Pé No Sofá” com Giulia está disponível na íntegra, e esse trecho já circula nas redes com o tipo de engajamento que vem de gente relembrando a própria mãe fazendo a mesma coisa. Parece que Flávia Alessandra não inventou nada, mas Giulia foi a primeira a dar nome ao trauma com tanto carinho.
Castigo sem proibição nenhuma, só silêncio e distância. A Flávia Alessandra criou filha no modo difícil.






