Maria Alice e Maria Flor, filhas de Virginia Fonseca e Zé Felipe, ainda são crianças pequenas. Mas o closet delas já incluiu bolsas que custam mais do que boa parte dos carros que rodam por aí.
O item que mais chamou atenção foi uma bolsa da Hermès que as duas meninas apareceram usando juntas em um registro compartilhado por Virginia. O acessório estava avaliado, na época, em cerca de US$ 14 mil, algo em torno de R$ 76 mil na conversão do período. Uma bolsa. Para crianças. De R$ 76 mil.
Maria Flor também já foi flagrada com uma Louis Vuitton, o modelo Alma Nano, avaliado em aproximadamente R$ 12,1 mil. A criança provavelmente não sabe escrever o nome da marca, mas já carrega a bolsa.
Vou falar uma coisa: o nível do “detalhe de momento em família” aqui é muito específico.
Não existe exatamente um escândalo nisso. Virginia e Zé Felipe têm dinheiro, gostam de mostrar, e as filhas crescem nesse ambiente como qualquer criança cresce no que os pais constroem ao redor delas. A diferença é que o que está sendo construído ao redor de Maria Alice e Maria Flor inclui acessórios que a maioria dos adultos brasileiros não consegue comprar com seis meses de salário.
O registro com a Hermès virou print justamente porque condensa tudo que as pessoas amam e odeiam ao mesmo tempo nas redes sociais da família: é genuíno, é família, é cotidiano. É também uma bolsa de setenta e poucos mil reais na mão de uma criança que ainda usa fralda.
Herdeiras no sentido mais literal: essas meninas não vão herdar o luxo um dia. Elas já estão dentro dele.






