Juliette realizou a segunda cerimônia de casamento com Kaique Cerveny nesta quinta-feira (29), na Capela de Nossa Senhora das Graças, dentro do Instituto Ricardo Brennand, em Recife. A primeira tinha sido um rito intimista no Lajedo de Pai Mateus, na Paraíba, só com pais e irmãos. Essa aqui foi a versão com Anitta de madrinha e Liniker cantando ao vivo.
A entrada dela aconteceu ao pôr do sol, com “Asa Branca” tocando e o pai, Lourival Feitosa, esperando no corredor. Kaique entrou antes, ao som de “Todo Homem”, abraçado pela mãe e pelas irmãs. Chico César, Flora e Gilberto Gil também foram padrinhos. Giovanna Ewbank, Bruno Gagliasso, Tati Machado, Bianca Andrade, Gil do Vigor, Carla Diaz e Pocah estavam entre os convidados.
Mas o que parou tudo foram os votos.
Juliette subiu ao altar e descartou o roteiro padrão logo de cara: “Quando menina, eu achava os contos de fadas até bonitos, mas não me via neles. A minha vida era real demais para caber ali. Eu queria mesmo ser o príncipe, montar em um cavalo, vencer batalhas e proteger os meus.” Disse isso dentro de uma igreja, de vestido de noiva, cercada de famosos. O momento tem camadas.
Ela ainda contou que tentou fugir do relacionamento, que foram oito meses de amizade antes do namoro, e encerrou com uma observação que já virou print: “Fica uma dica: quer saber quem é o homem, veja como ele trata a mãe e todas as mulheres da vida dele.”
Ninguém comentou, mas a mulher que passou anos sendo comparada a uma Cinderela do BBB acabou de casar dentro de uma capela histórica e usar os votos pra dizer que nunca teve nenhum interesse em ficar num castelo esperando.
Literalmente saiu pelo mundo, venceu umas batalhas, perdeu outras, e chegou no altar com essa frase na manga. Juliette não esperou o príncipe. O príncipe que correu atrás.






