Justiça congela contas de Antonia Fontenelle por dívida de R$ 109,9 mil com Giselle Itié

Justiça congela contas de Antonia Fontenelle por dívida de R$ 109,9 mil com Giselle Itié

A Justiça autorizou a penhora das contas bancárias de Antonia Fontenelle para cobrir uma dívida de R$ 109,9 mil com Giselle Itié. A ordem saiu no âmbito de uma ação por danos morais que a atriz moveu contra a apresentadora e que, aparentemente, já tem vencedor definido, pelo menos na conta bancária.

A briga entre as duas vem de longa data. Giselle Itié entrou com a ação alegando que Fontenelle teria feito declarações que causaram dano à sua imagem. O valor fixado pela Justiça para reparação chegou a quase R$ 110 mil, e com a penhora autorizada, o dinheiro pode ser retirado diretamente das contas da apresentadora sem que ela precise concordar com a transação.

Penhora funciona assim: o juiz identifica bens ou valores do devedor e os bloqueia até cobrir a dívida. Não tem negociação na hora, não tem “vou pagar em parcelas”. O sistema vai lá e segura o saldo. É a Justiça dizendo que já perdeu a paciência com prazo voluntário.

Antonia Fontenelle é conhecida por não engolir desaforo e por levar e receber processos com uma frequência que faria qualquer contador entrar em colapso. Só que dessa vez a conta chegou literalmente, e no formato mais inconveniente possível.

Giselle Itié, por sua vez, ficou um bom tempo longe dos holofotes após o fim do relacionamento com José Loreto e a repercussão de declarações públicas sobre esse período. Não é todo dia que alguém retorna à conversa cobrando quase R$ 110 mil de indenização via decisão judicial. Vou falar uma coisa: foi um retorno bem objetivo.

O que chama atenção nesse caso é a cifra. R$ 109,9 mil em danos morais é um valor que os tribunais não arbitram à toa. Exige demonstração de prejuízo concreto à reputação, exposição, contexto e abrangência do dano. Ou seja, o juiz entendeu que o que foi dito causou estrago real.

Fontenelle ainda pode recorrer e tentar reverter ou reduzir o valor. Mas com a penhora já autorizada, o caminho ficou mais estreito. A treta judicial entre as duas chegou num ponto em que uma sentença bonita em PDF virou bloqueio bancário de verdade.

Às vezes a última palavra não é dita no microfone.