Luana Piovani resolveu comentar a declaração de voto de Neymar para as eleições de 2026 do jeito que só ela sabe: sem filtro e com o histórico do jogador como material de apoio.
A atriz publicou no Instagram um texto que dizia: “Neymar disse q vai votar 22 pq também preza pela família, mas a mulher dele chega andar torta de tanto chifre.” A alfinetada foi direta: conectou o discurso de valores familiares do atacante ao histórico de traições a Bruna Biancardi, sua atual esposa e mãe de seus filhos.
Neymar não deixou barato e rebateu nas redes: “Mora lá em Portugal e quer vir opinar aqui no br… Nem os filhos dela querem estar com ela essa mulher é demais, que ser humano incríve!!!!! Bom é que os processos que ela toma e paga são para o bem.” A menção aos processos não foi à toa.
Essa troca de farpas tem histórico longo. Em maio e junho de 2024, durante a polêmica da PEC das Praias, Luana fez declarações sobre o jogador nas redes que resultaram em duas ações judiciais movidas por Neymar, com pedido de R$ 50 mil de indenização por injúria e difamação. Em outubro de 2025, a atriz revelou o placar parcial: perdeu a ação por injúria, venceu a de difamação. A defesa dela anunciou recurso na época.
Vou falar uma coisa: trazer à tona um processo que você mesmo perdeu parcialmente como argumento numa briga de Instagram é um movimento arriscado.
O texto de Luana circulou rápido porque a contradição era simples de entender: alguém declarar voto “pela família” quando as traições ao cônjuge viraram assunto recorrente na imprensa deixa pouco espaço para defesa retórica. A internet fez o resto.
Os dois já foram à Justiça uma vez. Com essa nova rodada de alfinetadas públicas, não dá pra descartar que o caminho se repita.






