Maíra Cardi usou as redes sociais para explicar por que as funcionárias da sua empresa não andam de uniforme tradicional. A justificativa veio depois de seguidores questionarem a escolha, e ela resolveu detalhar o raciocínio por conta própria.
Segundo Maíra, o uniforme convencional cria uma barreira visual que ela não quer para o ambiente que construiu. A lógica dela é que a identidade do time precisa aparecer de outro jeito, sem a padronização que, na visão dela, engessa mais do que organiza.
Vou falar uma coisa: quando uma influenciadora de lifestyle começa a ter posicionamento sobre gestão de pessoas, os comentários vêm em duas direções bem distintas. Uma parte dos seguidores achou a explicação sofisticada. Outra foi na linha de “isso é coisa de coach, não de empresa de verdade”.
O que chama atenção aqui é menos a decisão em si e mais o fato de Maíra ter sentido necessidade de justificar publicamente uma política interna do próprio negócio. Qualquer empresa pode vestir ou não vestir seus funcionários como quiser. Mas quando a fundadora vai às redes explicar o motivo, isso vira conteúdo, e conteúdo vira posicionamento de marca.
É basicamente a Maíra transformando RH em storytelling. Seja lá o que você acha disso, funciona.
A empresária já é conhecida por levar a vida pessoal e profissional para o mesmo palco online, então a transparência sobre as escolhas do negócio entra no mesmo pacote. Uniforme ou sem uniforme, o que não falta é câmera apontada pro dia a dia.
Os seguidores que discordaram ficaram mais na questão da seriedade corporativa do que na estética. Tem quem veja a ausência do uniforme como desleixo de gestão. Tem quem enxergue como modernidade. Maíra claramente está no segundo time e fez questão de colocar isso em palavras.
No fim das contas, a funcionária mais uniformizada da operação dela continua sendo ela mesma, sempre enquadrada, sempre com argumento pronto.






